programar pelo Linux
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Por que programar pelo Linux?

O sistema Linux divide a atenção e preferência de usuários e programadores ao redor do mundo. Ele é considerado mais rápido, seguro e estável em comparação a outras opções, como no caso do próprio Windows.

Quem não entende muito do assunto pode achar que não existe muita diferença, o que não é verdade. E podemos notar isso devido ao crescimento contínuo do Linux ao redor do planeta.

Muitas pessoas estão migrando para ele – e isso não é sem razão. Trata-se de um sistema operacional gratuito, seguro e mais robusto do que os demais.

Tanto usuários quanto programadores precisam ter um autoconhecimento sobre as características desse sistema para que possam escolhê-lo de maneira consciente.

Os computadores fazem parte do nosso dia a dia, tanto em casa quanto no trabalho, e quanto mais rápido e prático de usar, melhor.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é Linux, por que ele é mais indicado para os programadores e quais são as suas vantagens.

Se você tem dúvidas a respeito do assunto, leia este texto até o final. Assim, você fica por dentro deste incrível sistema operacional e pode garantir o melhor para sua máquina. Confira!

Entenda melhor sobre o que é Linux

Linux é um sistema operacional, assim como Windows e MacOS. É por meio dele que programas e outros dispositivos são executados. Ele também é distribuído livremente e permite que seus usuários o modifiquem.

Este conceito é mais abrangente, mas se formos a fundo na questão, podemos dizer que seu nome verdadeiro é Kernel. Trata-se de um conjunto de instruções que controla todo o uso do processador, bem como discos periféricos, memória e o próprio disco.

É importante saber disso porque se você comprar um computador novo, saberá que é o sistema operacional que decide como a máquina vai funcionar.

Esse sistema foi lançado em 1991 e criado por Linus Torvalds. Contudo, sua utilidade não é simples, visto que se faz necessário instalar programas adicionais para que possa ser usado.

Exemplos disso são os interpretadores de comando, que permitem o desenvolvimento de novos programas, como no caso dos editores de texto. O Linux é um software livre desde 1992, quando Linus Kernel aderiu à licença GLP.

Para que pudesse ser desenvolvido e usado por pessoas e organizações, como no caso das empresas de instalação elétrica, contou-se com a participação de milhares de desenvolvedores.

Por isso, atualmente, ele pode ser usado pelos mais variados tipos de dispositivos, o que faz com que esteja em todo lugar.

Podemos usar como exemplo os roteadores de internet e os codificadores de TV a cabo. Além disso, boa parte da internet que conhecemos hoje é sustentada por esse sistema e outras soluções GLP, como:

  • Web Apache;
  • Programação PHP;
  • DNS Bind;
  • Javascripts;
  • Entre outros.

Todos esses são executados em sistemas Linux, formando a internet como conhecemos hoje. O Facebook é outro exemplo, assim como softwares de armazenamento em nuvem usados por empresas diversas, por exemplo uma que preste o aluguel de sala reunião.

Isso acontece porque o meio digital pede o uso de softwares livres, o que tornou o Linux peça inquestionável nesse universo.

Para os profissionais de informática, mesmo aqueles que se especializam em uma ferramenta proprietária, acabam se deparando com o Kernel em algum momento.

Principalmente no caso dos programadores, e é sobre isso que vamos falar no tópico a seguir. Continue a leitura e confira!

Por que o sistema é indicado para programadores?

O Linux é um sistema operacional muito popular entre os programadores, administradores e desenvolvedores de servidor. Mesmo assim, quem está se inserindo agora nessa área não tem noção do poder e da flexibilidade dele. 

Com isso mente, vamos mostrar por que esse sistema operacional é indicado para programadores:

Fácil personalização

Existem diferentes opções de software para esse sistema. Um navegador ou, até mesmo, um processador de texto podem ser alterados de acordo com a escolha do programador.

Também é possível decidir quanto ao modo de exibição do sistema e qualquer componente de interface de audio focusrite e muitos outros, visando melhorar a experiência do usuário.

O objetivo é permitir que desenvolvedores usem programas pequenos, mas que ajudem na execução perfeita do trabalho.

Fonte aberta

Por ser um sistema de código aberto, o programador pode contribuir com o código fonte usado em sua criação.

Isso quer dizer que é possível criar sua própria versão do sistema, ajudando em áreas estratégicas e especializadas.

Fácil atualização

Tudo com o Linux é mais simples, como a gravação de áudio e outras necessidades. Isso porque as atualizações nesse sistema operacional são mais fáceis.

Pelo fato de que a distribuição desse sistema tem um repositório central de software, o programador se sente mais seguro.

Tendo todas as atualizações facilmente disponibilizadas, o Linux pode ser atualizado, sem que para isso seja preciso reinicializá-lo.

Os usuários também conseguem automatizar a atualização, consumindo menos armazenamento de dados da internet durante esse processo.

Sem restrições

Esse sistema operacional não tem restrições, ou seja, não é necessário esperar a atualização de algum recurso ou, até mesmo, um patch de segurança.

O Linux é um sistema bem estável e que não está tão sujeito a problemas advindos de malware e vírus.

Fácil de configurar

Se você precisa programar um sistema de segurança residencial controlado por um software, por exemplo, consegue obter todo o respaldo do Linux.

Esse sistema é estruturado em camadas, que são Kernel, hardware, IO e UI, sendo que todas elas são configuráveis. Então, se o funcionamento não está de acordo com o que você deseja, é possível fazer as alterações necessárias.

Para isso, não é necessária uma interface gráfica de usuário para interagir, portanto, você pode usar apenas linhas de comando.

Esse sistema permite ser totalmente ajustado, para que o usuário aproveite todas as suas possibilidades, podendo modificar o código fonte ou criar o seu próprio.

Veja quais são as vantagens para os usuários

Não apenas programadores, mas também usuários têm no Linux uma série de vantagens. Um exemplo disso é a sua alta estabilidade, que garante seu funcionamento por anos, sem nenhum tipo de problema de funcionamento.

Isso é bom para as pessoas, mas principalmente para as empresas, como uma de automação de casa, pois um sistema operacional estável não apresenta riscos de perda de dados importantes e confidenciais.

Raramente é necessário realizar algum reboot no Linux, pois a maioria das mudanças nas configurações pode ser feita enquanto a máquina está ligada.

Outra vantagem que atrai cada vez mais adeptos desse sistema é a sua alta segurança. E isso diz respeito tanto ao servidor quanto ao desktop.

Isso acontece porque qualquer alteração nesse sistema operacional precisa ser aprovada pelo usuário root, um tipo de controlador especial do Linux.

Em outras palavras, há menos riscos de ser afetado por um vírus ou ser atacado por um programa malicioso instalado no computador. Tudo só poderá ser adicionado ao seu sistema se você autorizar por meio de nome de usuário e senha.

O Linux é mais leve, rápido e flexível, além de rodar perfeitamente em praticamente qualquer computador. Independentemente de modelo ou processador, é possível instalar esse sistema, inclusive versões mais leves em computadores mais antigos.

No caso das empresas, como uma fabricante de interruptor de luz, esse sistema pode ser reconstruído, tendo suas configurações modificadas para manter apenas os serviços que realmente são necessários.

Outra vantagem para os usuários é a liberdade de poder alterar o código fonte para que o sistema tenha as características necessárias, atendendo às necessidades de cada um.

Por fim, estamos falando do sistema operacional de menor custo. Isso porque tanto o Linux quanto os programas que o acompanham são softwares livres.

O usuário pode copiar e instalar o sistema livremente, sem que precise comprá-lo ou correr atrás de licenças, além de não correr o risco de pagar multa por usar versões falsificadas.

Existem diversas distribuições do Linux, sendo que várias empresas famosas, dos mais variados setores, fazem uso dele, como no caso do próprio Google.

Conclusão

O sistema operacional do seu computador é parte importante do funcionamento dele. Por isso, é importante que você escolha aquele que atende melhor às suas necessidades e expectativas.

O Linux possui todos os recursos necessários para um uso diário e livre de programas, portanto, está caindo nas graças de um número cada vez maior de usuários, o que inclui grandes empresas.

É uma forma de moldar a sua máquina de acordo com o que você precisa, de maneira segura e sem prejudicar seu funcionamento.

Então, se você busca mais autonomia em seu sistema operacional, deve considerar o Linux como a melhor opção do mercado e que vai otimizar todo o seu computador.    

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

MAC x Windows
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MAC vs Windows: Entenda a vantagem de cada sistema

Para os amantes de informática, um sistema operacional diz mais sobre um aparelho eletrônico do que seus fatores externos. No mercado, os mais populares, Windows e Mac, seguem como os preferidos em stand feira, e mais úteis sistemas de execução de tarefas.

Cada um apresenta suas particularidades, que podem trazer (ou não) benefícios para seus usuários, trazendo então uma forte competição no mercado. Conheça neste texto qual o melhor sistema para você, tanto para uso pessoal, quanto profissional. Acompanhe!

O que é um sistema operacional?

Antes de começar a entender qual sistema operacional é o mais adequado para a sua necessidade, é preciso saber o conceito do que é um sistema, bem como suas funções e suas particularidades.

Um sistema operacional funciona como um executor de tudo o que vai funcionar em um notebook novo, computador, aparelho celular ou em outros tipos de dispositivos tecnológicos. Esse sistema é a base de tudo o que desejamos trabalhar dentro dele.

Por isso, é um fator determinante para as respostas que o computador dá diante de determinadas ações que desejamos. Esse sistema é decisivo para a capacidade da execução dos hardwares, responsáveis por produzirem tarefas.

Alguns exemplos de tarefas são: execução de jogos, processamento de dispositivos, abertura de páginas na internet, download de arquivos e muitas outras funções que podemos usar em um computador.

No entanto, dependendo do tipo e local de uso, os sistemas operacionais podem ser programações distintas. 

Um sistema operacional em um computador de uma clínica veterinária popular, por exemplo, com certeza será menos potente do que aquele que funciona em empresas de grande porte. 

No primeiro exemplo, é possível que o usuário não tenha tantas demandas para serem executadas naquele computador, ou talvez os programas não sejam tão pesados de carregar. Já em grandes centros de pesquisa, o oposto geralmente pode acontecer.

Em meio a isso está inserida a experiência do usuário, que é tido como o comandante destas ações. 

Dependendo do sistema operacional e da estrutura interna do aparelho sendo utilizado, é possível que o equipamento possa não funcionar da melhor e mais rápida maneira.

Uma outra característica de sistemas operacionais distintos é a diferença entre suas interfaces. Cada um apresentará um visual ou painel de comando de ações diferente, algo que pode ser alinhado com a expectativa de cada pessoa, de acordo com a função.

Windows e Mac: os queridinhos do mercado

Entendendo melhor o que são sistemas operacionais e quais suas funções principais, um usuário com prioridades voltadas para usos de sistemas de fácil acesso, tanto em uma forma financeira quanto de execução, geralmente escolhe um Windows ou um Mac.

Conheça melhor cada um deles a seguir:

Windows

O Windows, criado pela empresa americana Microsoft, teve sua primeira versão lançada no ano de 1985, comercializando o PC (ou Personal Computer), uma das representações do populismo dos computadores.

A interface, imortalizada pelos Windows, ou “janelas” em português, trazia inúmeros programas que facilitam rotinas e atividades, principalmente aquelas relacionadas ao trabalho e estudos, como no caso dos Word, Excel, Powerpoint e muitos outros.

A Microsoft foi, de certa forma, a primeira e mais popular empresa que possibilitou a utilização em massa de aparelhos computadores em todo o mundo,  afinal, o sistema operacional Windows pode ser utilizado em aparelhos de diversas marcas.

Hoje, o sistema operacional continua sendo considerado líder de uso no mercado, justamente por essa facilidade e liberdade de ser executado em diferentes marcas de tecnologias. 

É por conta de seu pioneirismo que foi sendo utilizada como molde para outros grandes sistemas.

Mac

O sistema operacional Mac OS X (ou simplesmente Mac) revolucionou toda a história na indústria de computadores, justamente por trazer modernidade, velocidade e estética em um só aparelho, bem como produtos da marca, com o mesmo processador.

Lançado no mesmo ano que a Microsoft, o sistema operacional Mac, criado pela Apple foi pensado para dispor de uma arquitetura de programação, dentre peças e hardwares, que estabelecem um processamento e uma utilização fantástica do aparelho.

A velocidade e facilidade em acessar programas e executar tarefas é um charme tão forte quanto sua estética, repleta de um minimalismo moderno e de fácil gosto por quem escolhe um aparelho para a produção de convites personalizados, por exemplo.

Com o passar dos anos, e a partir de cada lançamento de produtos, a Apple foi se tornando cada vez mais líder no mercado, justamente por criar as melhores formas de navegação e utilização dos computadores, criando, ainda, novos produtos e estilos de vida.

Esse foi o caso do Ipod, um aparelho menor que uma mão, capaz de processar e executar músicas via armazenamento em um sistema próprio. Aconteceu o mesmo com o Iphone, um aparelho celular inovador que segue até hoje com a máxima popularidade e sucesso.

Vale lembrar que o sistema Mac roda apenas em computadores Mac, diferente do que é proposto pela Microsoft, com o sistema operacional Windows, motivo este que pode agradar alguns e desagradar outros.

Quais as principais diferenças entre eles? 

Apesar de ambos serem sistemas operacionais e condicionarem o funcionamento e a execução de tarefas em um computador, as duas marcas proporcionam, além de finalidade, diferenças claras entre elas, sendo algumas delas:

  • Preço;
  • Estabilidade;
  • Usabilidade;
  • Design.

Em relação a acessibilidade financeira, o Windows, por ser mais popular, permite um preço mais agradável para cada tipo de bolso, embora tenham computadores mais caros, geralmente voltados para funções mais específicas, geralmente relacionadas a trabalho.

Já o Mac, por estar apenas em aparelhos da Apple, cujo design e peças utilizadas são mais caras, acaba sendo adquirido por preços mais elevados. Essa é uma questão quase sempre contornada por conta de sua boa qualidade e durabilidade.

Sobre a estabilidade, é possível verificar que PCs, ou seja, aqueles que trabalham com Windows, são mais propensos a mostrar erros e falhas, prejudicando atividades. Essa caraterística quase nunca é notada em computadores Mac, que estão em bom estado.

A usabilidade dos sistemas também é uma questão, talvez a mais determinante na fidelização dos produtos. Enquanto o Windows possui certos comandos e disposições de ícones, programas, instalação de internet, etc – com o Mac, isso é diferente.

Por serem ambos sistemas de fácil uso (claro, com certo aprendizado), geralmente, essa questão varia de pessoa para pessoa, estando relacionado ao gosto e à experiência pessoal.

A configuração física dos aparelhos tem uma diferença exorbitante, afinal, como já dito, enquanto a Mac tem ferramentas e complementos, como monitores, câmeras e mouses específicos e padrões, o Windows pode estar presente nos mais diversos aparelhos.

Melhores finalidades para cada um dos sistema 

Na hora de escolher por um computador e o sistema operacional mais adequado, muitas pessoas acabam tendo dúvidas do que é melhor para suas necessidades, sejam pessoais ou profissionais. 

Veja abaixo algumas das finalidades e necessidades que são as mais favoráveis para diferentes tipos de situações e prioridades:

1 – Edição

Em questão de edição, seja gráfica, vídeo ou áudio, os computadores que contém o  Mac são os mais populares, visto que o sistema operacional segura bem alguns processamentos e programas mais pesados, agradando e facilitando a vida de profissionais.

Em uma mesa de som profissional, por exemplo, é mais comum encontrar algum tipo de computador Mac, do que algum aparelho que rode Windows.

2 – Programação

Muitos programadores optam por investir em computadores Windows, justamente pela facilidade que existe em modificar funções relacionadas a sistema e processamento, melhorando-as ou até mesmo modificando para outros sistemas.

A liberdade de fazer modificações, tanto para testes e treinamentos dentro do trabalho de programação, quanto para uso pessoal é uma das vantagens, algo que se conecta com a possibilidade de comprar esses equipamentos por preços mais em conta.

É possível que em uma clínica que faz receituário odontológico, precise também de um sistema que permita programações, com intuito de automatizar sistemas para uso de profissionais, melhorando ainda mais os processos em um ambiente de trabalho.

3 – Redação e navegação

Se você pretende redigir textos, mexer em programas agregados dentro de plataformas web ou executar qualquer tipo de atividade comum, que não exija muito espaço de processadores ou demande muito trabalho em sistemas, o Windows é uma boa opção.

Caso você queira investir neste tipo de sistema em computadores que vão compor uma sala comercial pequena, por exemplo, o custo-benefício será ideal, ficando ainda por conta do comprador, se esse aparelho se assemelha aos gostos pessoais.

Conclusão

Escolher entre um sistema operacional e outro pode até parecer algo difícil para alguns, ainda mais para aqueles que desejam economizar um bom dinheiro, e ao mesmo tempo investir em um aparelho de qualidade. 

No entanto, seguindo as dicas dadas acima, não tem como errar!

Mas, além de custo-benefício, características externas ou finalidades, é sempre importante investir em um aparelho que vá fazer o usuário feliz, e que também pretenda ser muito usado, afinal, tecnologias muitas vezes podem ser bem caras, e precisam valer a pena.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como funciona o comércio eletrônico?
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Comércio on-line e entregas: tire suas principais dúvidas

Entenda como funciona o processo de compra on-line: da aquisição do produto até a entrega.

NoteBook em cima da mesa

Hoje em dia, fazer compras pela internet já se tornou algo comum para a maioria das pessoas, afinal, além de ser simples, é bem mais prático do que se deslocar até uma loja física. 

No entanto, ainda há quem tenha receios e dúvidas sobre comprar à distância. Se você é uma dessas pessoas, confira, abaixo, as respostas dos seus principais questionamentos sobre o funcionamento do e-commerce.

Como funciona a entrega de uma compra on-line?

O processo de entrega de uma compra virtual é dividido em quatro etapas principais:

  • notificação;
  • coleta;
  • roteirização,
  • entrega.

Notificação

Na notificação, a loja virtual é avisada que uma nova compra foi realizada. A partir da confirmação do pagamento, o pedido é separado e embalado para ser enviado.

Nesta etapa, também é feita a validação do endereço de envio, a emissão da nota fiscal, a confirmação da disponibilidade do produto em estoque, a definição da empresa de transporte e a classificação do pedido.

A classificação leva em conta o peso do produto já embalado, a data da compra, o local de entrega e outros pontos importantes.

Coleta

A etapa de coleta fica a cargo da empresa transportadora, responsável pela entrega que, literalmente, coleta o pedido na base da loja virtual.

Esse processo é registrado por meio de documentos, para que a loja tenha controle sobre a entrega do produto.

Ademais, vale a pena ressaltar que o prazo de entrega disposto no site começa a valer a partir da coleta.

Roteirização

A roteirização é uma etapa muito importante da entrega e que faz total diferença para a empresa.

Nela, os pedidos são classificados com base em seu endereço de entrega, para que os envios sejam feitos para localizações próximas umas das outras, no mesmo período.

Assim, a loja poupa recursos, pois evita que o entregador precise ir e voltar para o mesmo lugar várias vezes.

Entrega

Por fim, é feita a tão esperada entrega. Nela, o cliente recebe o produto comprado pelo site em sua casa.

Normalmente, é preciso assinar um papel para confirmar o recebimento e, em alguns casos, o número de um documento também pode ser solicitado.

Esse processo também faz parte do controle da loja, para que ela saiba se a empresa de transportes está cumprindo os prazos.

Quais são as modalidades de entrega do e-commerce?

Em geral, as lojas virtuais disponibilizam duas opções de entrega para seus clientes: feita por transportadoras ou pelos Correios.

A escolha da empresa de transporte varia de acordo com vários fatores, sobretudo, o valor, já que cada uma delas cobra preços diferentes.

No entanto, independente disso, a base de cálculo do custo do frete é composta por: opção de envio, CEP da entrega, peso e tamanho do produto.

Naturalmente, entregas mais rápidas são mais caras, assim como localidades afastadas do endereço físico da loja e produtos mais pesados.

Correios

Quando a entrega é realizada via Correios, a empresa tem duas alternativas: fazer um contrato com a agência ou pagar valores individuais para cada produto enviado. 

Caso a loja opte pelo contrato, o pagamento é mensal, e há descontos no envio. Do contrário, as taxas são pagas no momento do despacho, e o valor pago é cheio, sem nenhum tipo de desconto.

Quando o valor do frete não é repassado ao cliente, ainda assim, está embutido na compra. Portanto, pode-se dizer que é mais vantajoso para o consumidor que a loja faça esse contrato.

Transportadoras 

Ao optar pelas transportadoras, o contrato é obrigatório. Já os prazos e as formas de pagamento são combinados entre a loja e a transportadora escolhida, pois cada um dos prestadores desse tipo de serviço possui valores e processos internos, particulares e distintos.

Ainda, há sites que repassam as duas opções para o cliente, permitindo que ele escolha a que mais lhe agrada de acordo com os prazos e os preços cobrados.

Veja também : FGTS saiba como sacar o valor de R$1045 em até um dia na sua conta

Plataformas

As 10 principais plataformas CMS em 2020 e por que você deve usá-las

Já se foram os dias em que era preciso escrever HTML manualmente e depois personalizá-lo com CSS. Claro, isso ainda é uma opção. Mas a maioria dos sites está usando algum tipo de CMS (sistema de gerenciamento de conteúdo) atualmente. Aqui estão os principais CMS para 2020 e por que você deve considerá-los.

Você sabia que no início de 2020 havia mais de 1,7 bilhões de sites online? E mais da metade da população mundial agora usa a Internet para acessar esses sites. Não há sinais de que esses números começarão a diminuir também.

Agora é um momento fantástico para ter uma presença online. Esteja você tentando iniciar um blog, uma loja online ou um site de negócios completo, agora é mais fácil do que nunca pelo menos criar um site decente.

O tipo de CMS de site que você escolher será baseado em uma série de coisas. Alguns desses aspectos podem incluir certas coisas como facilidade de uso ou plug-ins disponíveis e opções de tema.

Com tudo isso dito, existem dezenas de plataformas CMS diferentes para você escolher. Tenho certeza de que você já ouviu falar de pelo menos alguns deles. Vamos dar uma olhada no que um CMS realmente é e, em seguida, falar sobre alguns dos melhores CMS para sites que estão disponíveis hoje.

 

O que é um CMS?

Simplificando, um CMS permite que alguém crie um site de trabalho profissional e em grande escala.

Quando você faz uma escolha entre algumas das principais plataformas CMS disponíveis, na verdade não precisa entender como um site funciona. Você recebe um modelo para trabalhar e, dentro desse CMS, pode realizar certas funções e construir um site.

Todas as melhores plataformas CMS têm seu próprio conjunto de modelos, temas, plug-ins e extensões. A liberdade que você tem para construir é baseada no que eles podem fazer, bem como no seu conhecimento remoto do CMS específico que você escolheu.

É importante entender que, embora todas as principais plataformas CMS forneçam a capacidade de criar sites sem precisar mexer no código, você ainda pode adicionar e subtrair seu próprio código e construir em torno do que está lá.

Claro, você precisará entender coisas como CSS, HTML e PHP. Mas essa é uma das grandes coisas sobre isso. Você começa a correr sem ter que usar código. Ou você pode aplicá-lo e adicionar ainda mais funcionalidades.

 

As 10 plataformas de CMS mais populares

Vamos dar uma olhada nas 10 principais plataformas CMS por participação de mercado. Isso deve dar uma boa ideia dos melhores disponíveis e por que você pode querer escolhê-los.

Nota: Estes não são necessariamente listados por participação de mercado. E não estamos incluindo sistemas hospedados autônomos, já que a maioria é restritiva às suas próprias redes. Ou seja, qualquer uma das plataformas abaixo pode ser facilmente migrada e movida sem muitos problemas, oferecendo a você controle total do seu site.

 

1. WordPress

Sim, muito provavelmente você já ouviu falar do WordPress. Isso deve ser aplicável mesmo se você for um iniciante. Basicamente, o WordPress domina a participação no mercado de sites ao vivo online. Na verdade, o resto das plataformas CMS nesta lista estarão muito mais próximas umas das outras em termos de participação de mercado. Se precisar saber como migrar o wordpress de hospedagem, clique neste link.

O WordPress se tornou o principal CMS do mundo por uma série de razões. Este CMS agora tem mais de 50% da participação no mercado online e nenhuma das outras plataformas chega perto.

Lembre-se de que a participação de mercado e o número de sites que usam o CMS são diferentes. No entanto, quase 36% dos sites online são executados na plataforma WordPress CMS. Isso leva à participação de mercado relevante listada acima.

As pessoas optaram por construir com o WordPress por uma série de razões. É um sistema de código aberto (como muitas das principais plataformas CMS nesta lista) e é muito amigável e fácil de aprender.

Existem milhares de temas e plug-ins gratuitos disponíveis para você escolher. Estes, além dos milhares de temas e plug-ins premium que você pode usar para construir um site.

A instalação do WordPress também é muito simples. Você pode usar um método de instalação com um clique fornecido pelo seu host ou pode instalá-lo manualmente.

A desvantagem do WordPress é que, embora seja amigável, a plataforma pode ser difícil de gerenciar em geral sem aprender algumas coisas.

 

2. Joomla

Em segundo lugar, com uma participação de mercado de cerca de 4,5%, está o Joomla. Indo para 2020, a participação de mercado geral do Joomla continua caindo com o tempo. Dito isso, a plataforma ainda é uma das principais plataformas de CMS disponíveis e ainda tem muitos seguidores. Com mais de 2,5 milhões de sites rodando em Joomla, não há sinal de que este CMS muito popular esteja indo a lugar nenhum.

Com tudo isso dito, o fato da questão é o seguinte, o Joomla realmente oferece um sistema de gerenciamento de usuário avançado que vem disponível fora da caixa. Joomla é realmente construído em torno de uma série de módulos e componentes. Eles também usam modelos em vez de temas.

Joomla é mais difícil de aprender do que WordPress, mas oferece mais flexibilidade na construção se você for capaz de aprender corretamente. Isso ocorre porque você não está preso a um determinado layout ou aparência de tema, já que pode usar os modelos e módulos para exibir tipos de conteúdo flexíveis de diferentes maneiras.

Começar a instalar o Joomla não é difícil. Como o WordPress, você pode usar um instalador de um clique fornecido em seu cPanel para instalar o CMS e começar a trabalhar com ele. Se quiser instalá-lo manualmente, você também pode fazer isso.

Joomla é um CMS de site sólido e definitivamente vale a pena dar uma olhada.

 

3. Drupal

O Drupal sem dúvida tem a base de fãs mais dedicada de todas as principais plataformas CMS disponíveis nesta lista. Este CMS do site detém cerca de 2,9% da quota de mercado CMS geral, mas esses 2,9% são muito fortes e muito dedicados à plataforma.

O Drupal realmente combina muito do que o WordPress e o Joomla oferecem ao tentar colocá-lo em uma plataforma de trabalho. Em geral, é muito bem-sucedido.

Como eu disse, ele não é nem de longe tão popular quanto algumas das outras plataformas CMS, mas oferece algumas vantagens exclusivas, como tipos de postagem personalizados flexíveis. O Drupal também oferece ao usuário muito controle com os 38.000 módulos e 2.700 temas que os desenvolvedores disponibilizam.

A plataforma Drupal também é fácil de instalar e ficar pronta para uso. Com mais de 1 milhão de sites usando o Drupal agora, ele deve permanecer uma das principais plataformas de CMS nos próximos anos.

 

4. Typo3

É um sistema muito profissional e flexível na hora de gerenciar o conteúdo. Typo3 foi desenvolvido com base na ideia de modularidade e diversidade.

É um script e uma plataforma fantásticos para executar, quer você queira um site de negócios de uma página ou um site de notícias baseado em conteúdo totalmente funcional.

Existem vários milhares de extensões disponíveis que você pode instalar e expandir facilmente. Precisa de uma galeria? Sem problemas. Quer abrir uma loja online? Eles também têm essa extensão.

Com muitos tipos de conteúdo e bom suporte, o Typo3 permite a criação de conteúdo estático e dinâmico. Este é definitivamente um CMS de ponta que vale a pena dar uma olhada.

 

5. Magento

Magento é uma plataforma de comércio eletrônico especificamente usada para construir lojas online e escrita em código PHP. É um software de código aberto gratuito, muito parecido com o WordPress e o WooCommerce.

Magento lhe dará a capacidade de aceitar pagamentos online, gerenciar produtos e manter contato com os clientes. No momento, mantém uma participação de mercado de 1,4%. Quando você pensa sobre isso, para um CMS de comércio eletrônico autônomo e gratuito, na verdade ele está indo muito bem.

Na verdade, existem um pouco mais de 250.000 sites online que usam Magento. Ainda mais impressionante é o fato de que o uso do Magento CMS está aumentando a uma taxa muito respeitável.

Você também pode instalar facilmente o Magento usando um método de instalação com um clique que pode ser encontrado em seu cPanel.

Este é um CMS muito respeitável e vale a pena dar uma olhada se você estiver interessado em colocar uma loja de comércio eletrônico em funcionamento e, ao mesmo tempo, ter liberdade para construir.

 

6. Abra Imóveis

O Open Real Estate permite que você crie um site imobiliário dinâmico com relativa facilidade. Usando essa plataforma CMS de ponta, você não precisa construir um site de imóveis e depois adicionar vários plug-ins de terceiros para que funcione corretamente.

Com uma interface fácil de usar e entender, Open Real Estate permitirá que você crie um site relacionado ao setor imobiliário usando suas ferramentas, módulos e funcionalidades.

O CMS oferece a capacidade de construir um site (seja um agente ou uma empresa) e, em seguida, conectar-se com proprietários e compradores de imóveis.

Ele fornece monetização fácil, módulo SEO e uma arquitetura totalmente modular. Se você está pensando em uma solução CMS especializada em sites imobiliários, então esta é uma opção que você deseja considerar.

 

7. OpenCart

Outra plataforma CMS de topo é o OpenCart. Esta instalação é particularmente desejável para construtores de sites que desejam instalar um sistema de comércio eletrônico muito robusto a um custo baixo.

O sistema é muito simples de instalar usando o instalador Softaculous de um clique. O CMS de código aberto é gratuito e, uma vez instalado, não é difícil de executar e usar.

Ele tem um back-end de gerenciamento de loja poderoso, toneladas de extensões e temas e uma comunidade robusta de suporte comercial e dedicado. Também oferece uma das melhores plataformas de comércio eletrônico otimizadas para SEO disponíveis.

A OpenCart, na verdade, detém quase 1% de participação no mercado online. É maior do que muitos pensam, provavelmente porque a solução de comércio eletrônico é tão simples de usar.

 

8. Serendipidade

O Serendipity não é tão conhecido como muitas das outras plataformas CMS. Dito isto, é um CMS muito leve (provavelmente o CMS mais leve da lista) e fácil de usar. O sistema é perfeito para pequenos blogs e oferece muitas funcionalidades.

Mesmo sendo leve, o Serendipity oferece configurações de cache dinâmico integradas para desempenho ideal. Como as outras plataformas CMS de nossa lista, o Serendipity também possui uma grande seleção de temas e plug-ins que o ajudarão a expandir e personalizar o site.

Talvez uma das coisas mais interessantes sobre esta plataforma é que você pode instalar mais de 120 plug-ins com apenas um clique. Isso dá a você acesso a tudo em um só lugar, permitindo que você construa e aprimore seu site na hora.

O que devemos lembrar sobre o Serendipity é que ele é definitivamente voltado para blogs menores. Se você está tentando expandir para um site de negócios orientado para o conteúdo, então você pode querer procurar outro lugar.

Bloggers, isto é para vocês.

 

9. Moodle

Moodle é um CMS que permite criar cursos de aprendizagem online. Eles são valiosos para educadores e institutos que tentam criar cursos online para as pessoas acessarem facilmente.

Este é outro sistema de código aberto que é apoiado por uma comunidade global muito diversificada. Ele fornece aos usuários acesso a um vasto fórum online e seção da comunidade que está disponível em dezenas de idiomas diferentes.

O Moodle é a plataforma CMS superior que existe se você estiver procurando por algo que permita colaborar e construir um ambiente de aprendizagem dinâmico. A plataforma não é difícil de usar e tem muitos recursos para ajudá-lo a construir o site que você imagina.

 

10. PrestaShop

Chegando ao número 10 e completando esta lista das principais plataformas CMS para 2020 está o PrestaShop. Com uma participação de mercado de 1%, o PrestaShop pode ser facilmente instalado em apenas alguns minutos.

Muito parecido com o Magento, o PrestaShop oferece a quem quiser usá-lo uma solução pronta que lhe permitirá criar e administrar uma loja online.

Esta também é uma solução de eCommerce de código aberto que é escrita em PHP, bem como alguns dos predecessores acima. Dá a você a capacidade de personalizar completamente sua loja e site sem ter que tocar em nenhum tipo de código.

Toda a configuração é extremamente fácil de usar e está disponível em 75 idiomas diferentes. Definitivamente vale a pena dar uma olhada no PrestaShop.

 

Conclusão

Com o passar dos anos, é sempre divertido ver o que todas as principais plataformas de CMS estão fazendo e o que fizeram para competir umas com as outras no ano anterior. Dito isso, está claro agora que o WordPress é de longe o mais popular e, indiscutivelmente, o melhor CMS em geral.

Se você olhar apenas para estatísticas, verá que é WordPress e todo mundo. Não é provável que isso mude tão cedo. No entanto, existem muitas opções excelentes disponíveis para você.

Se você não está interessado nos meninos do pântano, o resto desta lista oferece muitas alternativas.

Realmente depende do tipo de site que você deseja ter. Se você deseja o máximo de liberdade para design e funcionalidade, WordPress, Joomla, Drupal, Magento e PrestaShop são provavelmente as escolhas para você.

Uma última coisa que quero que você lembre e considere. Quando você constrói um site em um sistema de código aberto, pode levá-lo para qualquer lugar. Ou seja, você pode mover os provedores de hospedagem de sites e apenas pegar o banco de dados e os arquivos do site. (Veja um comparativo entre Hostinger e Hostgator)

Divirta-se, verifique todas as principais opções de plataforma CMS disponíveis e veja qual você mais gosta.

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7 dicas para impulsionar as vendas no Facebook e gerar mais receita

O Facebook é o rei indiscutível da mídia social e, como tal, pode ajudar seu site a gerar vendas. Na verdade, é muito difícil não fazer isso, já que o Facebook é responsável por 80,4% de todas as referências a sites de comércio eletrônico. Com a segunda maior sendo o Instagram, com 10,7%, que o Facebook também possui. Veja também: Engajamento Instagram Grátis.

Assim, se você está procurando uma forma de gerar mais receita, o Facebook é o lugar para fazê-lo.

No entanto, quero enfatizar que, assim como leva tempo para um site se tornar lucrativo, essas dicas também demoram para fazer efeito. Não espere ver um grande aumento nas vendas durante a noite.

Isso simplesmente não vai acontecer.

Analise seu negócio e público

Sempre que se trata de marketing no Facebook, você precisa levar em consideração seu público. Dependendo do público e do tipo de negócio, você pode precisar incorporar diferentes táticas e estratégias para obter os resultados desejados.

Por exemplo, você tem um site de comércio eletrônico puro ou possui uma pequena empresa que também vende produtos online? Se você tem uma pequena empresa, normalmente está tentando anunciar vendas online e também fazer com que as pessoas visitem a loja real.

E, nesse caso, você estaria anunciando localmente.

Em comparação, um site puramente de comércio eletrônico pode simplesmente anunciar para qualquer pessoa, independentemente de sua localização. Assim, as técnicas que você usará serão diferentes.

Isso também é verdade quando se trata de seu público-alvo. Os métodos que você usa para anunciar para jovens adultos são bem diferentes dos mais velhos. Você precisa estar ciente disso para obter os melhores resultados.

Felizmente, devido ao tamanho do público do Facebook, as chances de sua mensagem chegar à pessoa certa são muito altas, se feito corretamente.

 

7 dicas para impulsionar as vendas no Facebook

Cada site é um caso único e, como tal, os resultados podem variar. A lista analisará as 7 melhores maneiras de impulsionar as vendas no Facebook. Porém, é importante lembrar que quanto maior for a sua presença no Facebook, melhores serão os resultados.

 

1. Integre o Facebook em seu site

Se você deseja marcar presença em uma plataforma de mídia social, é natural que seu site esteja conectado a ela. Existem várias maneiras de integrar seu site ao Facebook, especialmente se você estiver usando o WordPress.

Aqui estão algumas das maneiras mais populares de integrar o Facebook ao seu site:

  • Botão de compartilhamento do Facebook: um botão de compartilhamento permite que um visitante clique nele e compartilhe seus produtos ou páginas com seus amigos no Facebook. Essencialmente, permite que os visitantes façam a publicidade para você. E para ser honesto, fica melhor quando alguém que não está sendo pago para vincular seus produtos o faz.
  • Botão Curtir do Facebook: um botão curtir simplesmente permite que um visitante saia de um curtir do Facebook do seu site sem ter que visitar o Facebook. Isso aumenta drasticamente as chances de conseguir um like. Isso é importante porque quanto mais curtidas você obtém, mais visível sua página do Facebook.
  • Login do Facebook: você pode ajudar os visitantes a se inscreverem em uma conta no seu site permitindo que eles façam login no Facebook. Isso tem duas vantagens: 1) os visitantes podem criar contas de forma mais rápida e fácil e 2) fornecer a você a oportunidade de obter um like ou seguir durante o processo de inscrição.
  • Facebook Messenger: Muitas empresas precisam de uma forma de bater papo com os clientes em seus sites, e o Facebook Messenger é o que faz mais sentido. Já tem quase 2 bilhões de usuários e espera-se que ultrapasse os 3 bilhões em apenas alguns anos. É fácil adicionar a qualquer site.
  • Facebook Pixel: Esta é uma ferramenta oferecida pelo Facebook que permite que você veja o que os clientes fazem quando interagem com seus anúncios. Por exemplo, se alguém clicou em seu anúncio e, em seguida, comprou um produto, você pode ver essa atividade. Ele ficará mais inteligente e garantirá que seus anúncios sejam direcionados a pessoas com maior probabilidade de realizar determinadas ações.
  • Publique no Facebook a partir do WordPress: Postar no Facebook pode levar um tempo significativo se você fizer isso com frequência. Você pode reduzir o tempo necessário postando diretamente do seu site WordPress. Isso significa que você não precisará realmente visitar o Facebook, o que também pode ajudá-lo a evitar distrações durante o trabalho.

A lista de maneiras de integrar o Facebook ao seu site pode continuar por um bom tempo. Na verdade, esse pode ser um bom artigo. Mas a ideia é garantir que você forneça uma maneira para as pessoas interagirem com o Facebook a partir do seu site.

 

2. Publique conteúdo de vídeo no Facebook

O vídeo é o conteúdo mais popular no Facebook ou em qualquer mídia social. Os vídeos obtêm 59% mais engajamento do usuário do que qualquer outro tipo de postagem. E das 500 principais postagens do Facebook em 2018, 81,8% delas eram vídeos.

Isso se deve em grande parte ao aumento de usuários de smartphones ao longo dos anos. A cada ano, o consumo de vídeo móvel cresce mais de 100% em relação ao anterior. E, como você pode imaginar, se essa tendência continuar, você não terá escolha no assunto quando se trata de marketing de vídeo.

No entanto, o maior erro é incluir apenas um vídeo em uma postagem do Facebook. Em vez disso, cada vídeo deve ter um texto adicional com mais detalhes e links para seu site. Isso aumenta as chances de um visitante acessar seu site imediatamente após assistir a um vídeo.

Lembre-se de que até o conteúdo do vídeo também está mudando. Daqui para frente, o conteúdo de vídeo ao vivo tem feito grandes avanços, e você pode tirar vantagem disso com o Facebook Live. Isso permite que os observadores interajam com você na transmissão e aumente o engajamento e as vendas!

 

3. Adicione uma loja à sua página do Facebook

Esta é provavelmente a maneira mais direta, e talvez óbvia, de impulsionar as vendas do Facebook. Mas, ainda vale a pena fazer. É também uma das melhores maneiras de converter um novo visitante do Facebook em um cliente.

No entanto, não se pode simplesmente adicionar uma loja a qualquer página do Facebook.

Bem, você pode, mas não vai acabar bem. Em vez disso, para encontrar qualquer forma de sucesso com isso, você precisa ter certeza de que sua página do Facebook parece confiável. Isso é extremamente importante. Ninguém se sentirá confortável ao fazer uma compra em um site que parece ter sido criado no último minuto.

Isso significa que você precisa de uma imagem de capa, imagem de perfil, comentários visíveis de outros clientes e muito mais. Uma ótima regra é se perguntar se você compraria algo nesta loja. Se a resposta for não, você provavelmente pode adivinhar o que os outros vão pensar.

No entanto, isso não se aplica apenas à sua página do Facebook. Todas as compras serão feitas no seu site real, portanto, se você for de uma loja de alta qualidade no Facebook para um site de aparência duvidosa, provavelmente poderá adivinhar o resultado.

As aparências são importantes na Internet, portanto, seja elegante!

 

4. Faça promoções e ofertas exclusivas do Facebook

Oferecer vendas exclusivas, promoções, descontos, brindes ou como você quiser chamá-los é um método comprovado para aumentar as vendas no Facebook. Isso faz com que seguir sua conta do Facebook valha a pena para os clientes.

E quanto mais gente segue, maior é a probabilidade de comprar algo, especialmente com desconto!

No entanto, o segredo das promoções e ofertas exclusivas é como você as distribui. Por exemplo, alguém que acabou de encontrar sua página pode aproveitar a oferta? Ou deve ir para alguém que está seguindo sua página e deixou um like?

É claro que ter um visitante interagindo com sua página do Facebook é mais valioso e, como tal, ele deve ser recompensado.

Uma das maneiras mais bem-sucedidas de ganhar seguidores é exigir que a pessoa marque uma determinada quantidade de seus amigos. Isso pode ter um efeito de cadeia e rapidamente dar ao seu perfil um grande aumento de seguidores.

 

5. Anúncios do Facebook

Quase todo mundo sabe como os anúncios no Facebook são poderosos, então não deveria ser uma surpresa vê-los em uma lista de dicas para aumentar as vendas no Facebook.

Com uma audiência mensal de 2,5 bilhões de usuários, é seguro dizer que não há muitos sites que possam competir com o rolo compressor da mídia social.

No entanto, o que torna os anúncios do Facebook tão poderosos é o fato de que o Facebook coleta muitas informações sobre cada usuário. Isso permite que os anúncios sejam entregues a públicos muito específicos, o que o torna uma forma extremamente eficaz de entregar anúncios.

Agora é muito importante mencionar que, ao contrário das outras dicas desta lista, os anúncios do Facebook custam dinheiro. E para um novo site ou empresa, o custo extra pode ser muito alto. No entanto, existem muitas opções de preços.

Na realidade, você poderia gastar apenas US $ 5 por dia para criar uma campanha publicitária no Facebook. E à medida que você percebe que os anúncios começam a funcionar e o ajudam a gerar renda, pode começar a investir mais para melhorar os resultados.

 

6. Incentive as avaliações do cliente

Ver comentários e comentários positivos em toda a sua página de vendas do Facebook parece ótimo para as empresas. E quando você considera que quase 95% dos compradores olham as avaliações online, você começa a entender a importância das críticas positivas.

Obviamente, a grande questão é: como faço para que os visitantes deixem comentários positivos na minha página do Facebook? Para começar, existe uma opção real que você precisa ativar no próprio Facebook chamada Recomendações.

Isso cria uma nova guia em sua página que permite que qualquer pessoa logada no Facebook deixe uma recomendação / avaliação. No entanto, a simples ativação não fará com que todos os seguidores deixem uma avaliação imediatamente.

Muitas empresas às vezes oferecem um código de desconto na próxima compra de um cliente se ele deixar um comentário para adicionar um pequeno incentivo. Existem várias maneiras de incentivar as avaliações. No entanto, ser cortês e criar uma mensagem simples com um link após a finalização da compra pode percorrer um longo caminho.

 

7. Use suas postagens para mostrar produtos

Obviamente, antes de mais nada, para atrair novos seguidores e manter os existentes, você precisa ter certeza de que está postando com frequência. Se você conseguir fazer postagens sobre seus produtos com sucesso, ao mesmo tempo em que é divertido, acabou de se dar uma grande vantagem.

Por exemplo, digamos que você venda acessórios para jogos. Você pode criar um post sobre como seu novo fone de ouvido fica confortável durante um novo jogo. Isso permite que você compartilhe um pouco sobre você com os clientes e, ao mesmo tempo, destaque o fato de que um fone de ouvido que você vende é confortável.

Às vezes, isso depende muito da natureza do que você vende. Por exemplo, é mais fácil criar conteúdo para alimentos, automóveis e moda, para citar alguns, do que para tecer cestas subaquáticas.

Garantir que suas postagens exibam um produto pode ajudá-lo facilmente a aumentar as vendas.

 

Experimente outras plataformas

O Facebook é definitivamente o rei das mídias sociais, mas isso não significa que seja a única plataforma disponível. Se você deseja impulsionar as vendas do seu site, precisa ramificar para outras plataformas.

Twitter, Instagram, Pinterest e YouTube são apenas algumas outras plataformas nas quais você deve considerar o marketing.

Reserve um momento e procure qualquer grande empresa em várias plataformas de mídia social. Você deve perceber imediatamente que eles estão presentes na maioria deles. Essas empresas têm equipes de marketing dedicadas que se concentram em garantir sua presença, e você também deve fazer isso.

Agora, é muito provável que você não tenha os mesmos recursos. Mas com um pouco de esforço e talvez um pouco menos de sono, é definitivamente possível gerenciar ativamente várias contas de mídia social.

A principal lição aqui é diversificar.