O QUE É UM ESB
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Entenda o que é um ESB

O ESB é uma das principais ferramentas para integrar diferentes sistemas, atuando na área de arquitetura de softwares e sendo uma das escolhas mais populares para solucionar problemas de integração em empresas.

Por exemplo, uma companhia que fabrica lava louça de embutir precisa de uma série de serviços que devem ser interligados, para ser possível encontrar uma boa solução tecnológica para seu funcionamento.

Em uma descrição mais básica, um ESB (Enterprise Service Bus, ou Barramento de Serviços Corporativo) é um conjunto de regras criadas para a integração de diversas aplicações, em uma estrutura que se assemelha a um impedimento.

Existem diversos formatos diferentes de ESB, permitindo ao desenvolvedor escolher o modelo que melhor se adapta a suas necessidades quando opta por usar esse tipo de arquitetura.

As diferenças entre modelos variam tanto em suas funções como em seu uso, sendo necessário um conhecimento prévio antes de iniciar a utilização de um ESB na arquitetura de sua empresa.

A ideia principal por trás do ESB é a integração de aplicações, funcionando como um interligamento de conexões que permite uma troca de informações e comunicação entre diversos sistemas diferentes, independente do formato utilizado por cada um deles.

Esse conceito surgiu da necessidade de empresas de solucionar os problemas de integração que ocorrem quando são utilizados diversas plataformas e sistemas diferentes, que dependem da comunicação para funcionar corretamente.

O primeiro passo foi a utilização de uma programação exclusiva, que interligava cada um dos sistemas utilizados manualmente.

Inclusive uma empresa de mangueira hidráulica industrial deve interligar todos os sistemas que utiliza para facilitar o trabalho administrativo e conseguir um melhor resultado no setor operacional.

Entretanto, quanto mais um negócio cresce e se desenvolve, mais opções ele utiliza em integração, tornando um sistema próprio demasiadamente complexo e frágil para ser mantido sem um processo de segurança, como é o caso do ESB.

Funções de um ESB

A estrutura de um ESB passa por alguns pontos fundamentais, que são necessários para a funcionalidade integral da ferramenta. 

Compreender estas etapas é essencial para conseguir identificar as necessidades e elementos que devem ser levados em conta ao implementar essa ferramenta em seu sistema.

1. Orquestração

O processo de orquestração reúne diversos elementos na construção de um serviço básico, que balanceia as informações e recursos disponíveis, bem como organiza as opções disponíveis dentro da arquitetura do sistema.

Muitas vezes, uma sala de reunião pequena equipada para sua equipe de TI é tudo o que é necessário para que profissionais possam desenvolver um bom conceito de orquestração.

Dentre os recursos disponíveis na orquestração, podemos citar:

  • Roteamento de mensagens;
  • Tratamento de falhas;
  • Enriquecimento;
  • Split Joints.

Em resumo, a orquestração é onde se define quais são os elementos necessários dentro do Enterprise Service Bus para torná-lo ativo e funcional, identificando os principais pontos de necessidade da empresa.

2. Transformação

A transformação é uma etapa onde cria-se uma série de dados e formatos específicos que são exigidos por cada sistema conectado ao ESB, para conseguir convergir todos os dados e ativar a interligação entre todas as plataformas.

É um dos pontos mais cruciais da operação, pois é onde você capta dados de uma determinada fonte e os converte para um formato que seja mais adequado à estrutura que está sendo criada.

Alimentando, assim, corretamente o sistema através da integração dos sistemas em questão.

Para facilitar o trabalho de construção da estrutura através da transformação, uma ferramenta comumente utilizada é a dos modelos canônicos.

Serviços de automação predial empresas dependem da conexão de diversos sistemas para seu funcionamento, e a transformação é a etapa principal nesse tipo de elemento.

Esse formato busca modelos que serão padronizados em todos os momentos do ESB, permitindo um controle maior sobre o acesso aos dados e serviços necessários.

Uma vez que todos os serviços que serão incluídos no processo estiverem modelados, é muito mais fácil identificar os pontos que precisam de ajustes e identificar o que precisa de modificação para uma melhor funcionalidade.

3. Transporte

Aqui, todas as informações necessárias para o funcionamento do ESB começam a convergir entre os sistemas aplicados, passando por vários formatos, que podem ser necessários para concluir a integração de sistemas.

Para conseguir acessar diferentes funções, o ESB precisa que as informações migrem entre as plataformas usadas de forma orgânica e natural, utilizando terminais para se comunicar entre cada uma delas.

4. Web Services

O ESB tem um grande potencial de integrar serviços da web em suas redes de integração. 

Isso permite que a conexão seja feita pela própria aplicação, sem a necessidade de um acesso separado para cada sistema de internet que você utilizar.

Dessa forma, o próprio sistema define a lógica de roteamento que será utilizada, sem depender da conexão fora do barramento para atingir sua funcionalidade.

O que é SOA?

O Service Oriented Architecture, ou SOA, é um sistema de arquitetura de sistemas que está intimamente ligado aos conceitos do ESB.

Aqui, até mesmo um profissional com um notebook para escritório pode desenvolver um grande projeto arquitetônico quando falamos de tecnologia da informação.

A Arquitetura Orientada a Serviços, como é chamada em português, é uma sigla que define todo o conceito de integração entre uma empresa e a tecnologia da informação, por meio de uma série de serviços acoplados e interligados.

O desenvolvimento de sistemas em ambientes corporativos tem se tornado cada vez mais complexo e com um grande fator de imprevisibilidade, gerando uma série de lombadas na produção.

Para resolver esses pequenos problemas que começaram a surgir, como duplicidade em códigos e falhas de comunicação, começaram a ser estruturados blocos de código que formam uma arquitetura de sistemas.

Sendo essa uma evolução natural das soluções que o mercado tinha até então.

Com o avanço das inteligências artificiais, principalmente as de recolhimento de dados, é muito mais fácil e rápido identificar quais são as falhas em um determinado processo e pensar em soluções para ela.

Logo, se tornando possível aproveitar as oportunidades de desenvolvimento e conectar todas as funcionalidades de forma correta.

Uma empresa de sala de reunião para alugar pode precisar de uma série de detalhes para registrar seus clientes em sistemas automatizados, e o SOA é uma forma de identificar o melhor meio de fazer isto.

Com isso, os ESBs acabam tornando-se uma etapa primordial dos sistemas de arquitetura, uma vez que a facilidade de uso pode ser uma vantagem competitiva em relação ao desenvolvimento profissional.

Quais são os benefícios do ESB?

Dentre as inúmeras vantagens que o ESB pode levar a sua empresa, em termos de utilização de sistemas e de padrões, podemos citar algumas em especial.

Estes elementos são fundamentais para o bom andamento do processo, que pode auxiliar diversos pontos da empresa.

Possibilidades de reutilização

Um dos pontos importantes a se levar em conta é que, depois de estruturado, o ESB pode ser reutilizado em diversas outras aplicações sem a necessidade de um grande trabalho para refazer a estrutura.

Isso porque, uma vez que se criem os padrões de desenvolvimento, eles poderão ser replicados e acessados em muitas outras opções. 

Aumento da produção

Por automatizar uma série de pequenos processos manuais, o ESB permite que sua equipe de desenvolvimento consiga se focar mais em outros pontos importantes, elaborando novas soluções e aprimorando ainda mais o trabalho da empresa.

Uma empresa que trabalhe com ambientação 3d terá muito mais vantagem se seus desenvolvedores não ficarem presos a rotinas repetitivas e que podem facilmente ser aperfeiçoadas por um bom ESB.

Isso também diminui o tempo gasto em desenvolvimento de processos monótonos, uma vez que o ESB pode ser reutilizado e readequado em diversas novas operações.

Maior flexibilidade

Através do uso de conceitos como os modelos canônicos, é fácil adaptar o ESB para uma série de processos diferentes.

Tornando-o uma ferramenta extremamente flexível e adaptável para resolver uma série de eventos que podem surgir durante a estruturação da arquitetura do sistema.

Com isso, é muito mais fácil se adaptar a mudanças e novos conceitos, explorando fontes que antes ficariam apenas em campos de ideias. Essa flexibilidade é um dos principais e mais fortes pontos da utilização do ESB como ferramenta de trabalho.

Manutenção simplificada

Com custos e tempo de utilização reduzidos, a manutenção de um sistema ESB é muito mais simples e prática, permitindo que em alguns minutos todas as funções básicas estejam prontas para iniciar os processos automáticos.

Assim, a manutenção dos serviços acaba ficando muito mais fácil de lidar, além de funcionar de forma mais prática para a equipe de desenvolvimento que fica responsável por avaliar o funcionamento do projeto.

Mais integração

Talvez um dos principais pontos de utilizar um ESB, a integração com diversos sistemas é possível através da estrutura de modelos que a ferramenta utiliza, unificando todos em uma barragem específica.

Isso permite que um usuário consiga integrar as informações relacionadas em diversos sistemas e utilize de maneira mais dinâmica todos eles, conquistando um espaço mais adequado para seus serviços.

O mercado cada vez mais exige que as empresas estejam adequadas às tecnologias mais modernas existentes, e muitas vezes isso pode dar um grande trabalho, uma vez que são várias fontes e elementos diferentes que precisam ser conectados.

Hoje em dia, um simples conserto apple watch precisa de um conhecimento técnico preciso, e empresas não podem ficar sem utilizar essas ferramentas de forma adequada.

Por isso, pensar em uma estrutura como o ESB é fundamental para qualquer empresa que deseja se manter competitiva no mercado, principalmente na área de TI.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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