✓ Especializados em Data Center

Subscribe & Follow

Dicas da Qnax

O que é Computação em Nuvem? Guia Completo!

Você sabe o que é cloud computing, ou melhor dizendo em bom português “computação na nuvem”?

De forma resumida, a locação na nuvem nada mais é que o uso de serviços e recursos computacionais através da internet.

Aí entra aquela pergunta: “Por que eu preciso saber sobre cloud computing?” – Você já deve ter ouvido falar um pouco sobre os conceitos de “nuvem” no ramo da informática, mas talvez ainda não esteja certo de que essa é uma necessidade real para você e como isso pode melhorar os seus negócios.

Por isso, nós da Qnax – Servidores Dedicados no Brasil trazemos a você esse guia completo sobre tudo aquilo que todas as pessoas devem saber sobre uma computação em nuvem: O que é, quais os tipos, os benefícios dessa tecnologia e como você pode fazer para aplicar esse conceito de forma eficiente na sua vida, na empresa em que você trabalha ou no seu negócio.

Quer saber mais?

Continue nesse texto que vamos te contar tudo!

Infográfico explicativo da Computação em Nuvem

O que é Cloud Computing?

Como já dissemos na introdução desse texto, o conceito da computação em nuvem pode ser simplificado como sendo o uso de serviços e recursos computacionais por meio da internet.

O conceito de “ nuvem ” é basicamente isso – O conceito de usar a capacidade computacional da máquina, você usará a capacidade, a memória e o processamento de outros servidores que podem estar em praticamente qualquer lugar do globo terrestre.

Falaremos dos benefícios desse tipo de tecnologia um pouco mais adiante num tópico específico para isso, mas já adiantamos para você um deles – Ao usar uma nuvem para armazenar, processar ou executar os seus arquivos, você ganhará muito em fatores como segurança, velocidade e velocidade na diminuição de riscos. Já existe depender simplesmente da sua máquina e no caso dela parar de funcionar todo o setor da sua empresa ser prejudicado por isso? Em 2020 não dá mais né?

Como funciona o conceito de Cloud Computing?

Conceito do cloud computing

Além de saber o que é o Cloud Computing, você deve também querer saber mais sobre o funcionamento dele, certo?

O conceito de fundamentação na nuvem é bastante amplo e já utilizado desde os anos 2000, mas se popularizou nos anos pela melhoria nas condições de infraestrutura na internet e o surgimento de muitas empresas no setor.

O funcionamento básico ocorre da seguinte maneira:

  1. Existe um servidor remoto que irá conectar um dispositivo (ou vários dispositivos) utilizados pelas pessoas e empresas a recursos centralizados – Estes recursos podem ser programas, softwares ou até mesmo hardwares que podem ser utilizados para realizar o armazenamento de dados.
  2. Estes servidores podem estar ligados em praticamente qualquer lugar do mundo – Como a comunicação pela internet é quase instantânea, isso não trará nenhuma diferença no seu uso.
  3. Ao contratar um serviço de computação em nuvem, você estará fazendo uma contratação pelo uso de toda esta estrutura, além do suporte e atualizações.

 

Quais são os tipos de arquivo em nuvem?

Apesar do conceito de cloud computing ser bastante específico – A utilização de serviços e recursos por meio da internet, alguns tipos de base na nuvem. Quer saber quais são?

Nuvem Pública 

O primeiro tipo de computação em nuvem que vamos falar nesse texto é também um uso mais usado – A Nuvem Pública.

Ela tem esse nome porque os seus recursos são utilizados por várias pessoas ao mesmo tempo, normalmente com o compartilhamento de dados e informações sendo feitas a todo momento e com a consciência do usuário.

O provedor faz a utilização da internet para deixar os recursos à disposição dos clientes e cada um fará os acessos com os recursos que contrataram no momento do fechamento do negócio.

Esse é o tipo de nuvem mais barato disponível tanto para o consumidor quanto para quem presta o serviço.

É bastante atribuída para aquelas empresas que não podem fazer um investimento maciço em cloud computing ou para aquelas que utilizem para tarefas rotineiras e que não precisem adquirir grandes recursos e sistemas.

 

Nuvem Privada 

Este é o tipo mais caro entre os três tipos de nuvens pois envolve uma estrutura mais robusta e mais dedicada à realização de cada tarefa.

As nuvens bloqueadas são definidas de acordo com a necessidade de cada cliente e são sistemas fechados onde só pessoas da sua empresa ou deseja acesso. O compartilhamento de dados e informações é totalmente restrito e controlado .

Esse tipo de serviço só pode ser prestado por empresas que escolhidas de acordo com rígidos padrões de segurança e privacidade de dados . Em caso de empresas europeias, há ainda mais certificações exigidas pela União Europeia quanto ao gerenciamento e gestão dos seus dados.

Este é um tipo de nuvem muito apropriada para negócios que envolvem a utilização de dados particulares – Nisso podemos incluir instituições, governamentais ou que prestem serviços para essas organizações.

Ao prestar serviços para alguns bancos, por exemplo, eles podem exigir que você tenha certificados sobre a segurança dos dados e informações particulares – E isso só será possível com um serviço de servidor em nuvem adequado e numa empresa que preste bem esse serviço ..

Nuvem Híbrida 

Como você já deve estar pensando, essa é uma junção dos dois mundos – nuvem privada e nuvem pública. Por esses motivos, uma nuvem híbrida acaba sendo uma escolha de muitas empresas – Ao unir o público compartilhamento de dados com aplicativos , como o caso da nuvem com a possibilidade de utilização de recursos privados e com segurança reforçada.

Esse tipo de cloud é atribuído para empresas e instituições queiram receber a computação em nuvem com o melhor custo benefício , sem abrir mão de fatores fundamentais como o sigilo de informações e dados .

 

Tipos de serviços de Cloud Computing

Modelo de Serviços da Computação em nuvem
Modelo de Serviços da Computação em nuvem

Além da categorização em nuvem pública, nuvem privada e nuvem híbrida, uma Cloud Computing pode ser dividida também em tipos de serviços. Por isso mesmo listamos nós abaixo os principais tipos de serviço para que possamos ajudar você a entender qual é o melhor modelo para sua empresa.

Infraestrutura como Serviço (Infraestrutura como serviço – IaaS)

Esse é um modelo que utiliza os recursos de infraestrutura como um serviço na nuvem.

Nesse caso você estará fazendo uso de equipamentos como servidores, datacenters, racks, roteadores e transmissores de informação e dados . Esse tipo de serviço é indicado para empresas que precisem fazer bastante transmissão de dados e informações, bem como o armazenamento de dados em servidores na nuvem.

Os custos desse tipo de produto variam de acordo com a capacidade necessária – Se você precisar fazer muito armazenamento e muita transmissão de dados é justo que você pague mais por isso. Entretanto, como falaremos um pouco mais abaixo nesse texto, os custos ao contratar um serviço de cloud são bem menores do que se você mantivesse esses equipamentos ligados diretamente na sua empresa.

Entre as vantagens desse modelo está o fato de que não é necessário contratar uma franquia de maneira específica – Você pode usar tudo de acordo com a demanda da sua empresa, sem haver prejuízos em meses de menos utilização ou altos custos de expansão em caso de aumento repentino da capacidade.

Em resumo, você só gosta pela capacidade que você ou a sua empresa consumirem.

 

Plataforma como serviço (Platform as a Service – PaaS)

Por outro lado, a utilização do sistema de “ Plataforma como Serviço ” funciona de maneira diferente, onde você utiliza as plataformas da empresa de computação em nuvem para realizar o aprimoramento e modificações dos seus sites, softwares e aplicativos.

Nessas plataformas incluem-se sistemas operacionais, recursos para gerenciamento de sistemas, serviços de Business Intelligence (BI), entre outros.

Um exemplo das vantagens do uso das “Plataformas como Serviço” podem ser mostradas da seguinte forma:

Imagine que você tem um site ou aplicativo e acaba perdendo muito da sua produtividade através da resolução de problemas referentes à gestão administrativa, atualizações, correções e manutenções periódicas.

Ao terceirizar essas tarefas repetitivas para as plataformas de computação em nuvem é bem provável que você consiga ter um ganho enorme em agilidade, além de uma redução de custos.

Se você usar um serviço de plataforma como serviço, você ainda terá um aumento incrível com relação à produtividade de sua empresa, pois ela passará a gerenciar e se concentrar apenas no fato importante, deixando de lado questões secundárias.

Software como serviço (Software as a Service – SaaS)

Por fim, o terceiro tipo de serviço existente na nuvem é o Software como serviço. Esta modalidade permite a utilização de recursos de software de maneira on-line sem que eles obriguem a instalar na máquina (e às vezes até mesmo sem a necessidade de compra de uma licença definitiva).

Neste caso, você pode utilizar dos softwares mesmo que o seu computador pessoal não tenha uma capacidade computacional para realizar tais tarefas.

Existem casos de softwares de engenharia, por exemplo, extremamente pesados ​​devido aos recursos gráficos e cálculos avançados base nesse tipo de programa.

Nesses casos, o que muitas empresas do setor têm feito de maneira inteligente é fornecer a utilização de seus servidores para a realização de algumas tarefas mais complexas e pesadas.

Ao fazerem isso, elas trazem maior facilidade ao usuário (que não precisa de computadores robustos para trabalhar) e ao mesmo tempo ganham novas possibilidades de renda ao cobrarem um valor para que os servidores façam esse trabalho por você.

Quais são os principais benefícios do Cloud Computing

Imagem explicativa dos benefícios de uma computação na nuvem .

Como já citamos, a fator em nuvem já é hoje uma realidade e trabalhar com eles cada vez mais têm-se tornado muito mais que vantagem, mas também uma necessidade de adaptação a novos tempos.

Entre os fatores-chave que podem ser destacados como bons benefícios desse modelo da computação em nuvem, podemos destacar os seguintes:

  • Aumento na segurança
  • Melhoria no desempenho
  • Redução de Custos de Expansão
  • Redução dos Custos de Manutenção
  • Diminuição do uso de espaço físico
  • Aumento da Eficiência
  • Maior liberdade geográfica
  • Flexibilidade na gestão dos recursos

 

Falaremos um poucos sobre essas vantagens de forma mais detalhada nos itens abaixo:

Aumento na Segurança

Um dos principais fatores levados em consideração pelas pessoas que pretendem contratar um serviço de computação em nuvem certamente é o aumento da segurança.

Essa segurança pode ser tanto do ponto de vista do armazenamento de dados (que estava alocados em mais de um servidor para que existam cópias de segurança e você não perca os seus dados) quanto de outros fatores como as proteções contra cibernéticos.

Pelo fato de lidarem o tempo todo com arquivos de clientes e estas muitas vezes sejam confidenciais ou extremamente importantes ou urgentes, como empresas que prestam serviços de base na nuvem num geral são bastante preparadas para a contenção de dados cibernéticos , evitando-se assim como fatores como roubo de dados, espionagem e invasão de sistemas tecnológicos particulares.

 

Melhoria no desempenho

Outro fator que é bastante levado em consideração no momento da contratação de serviços de computação em nuvem é uma melhoria no desempenho em relação ao modelo computacional tradicional.

Por promoverem a utilização de máquinas preparadas e construídas com essa base, a tecer em nuvem faz com que os processos sejam feitos de maneira podem mais rápida e eficiente – O que depende do setor e da empresa aumentar e muito a produtividade.

Se você ainda tem um servidor físico na sua empresa, deve considerar de forma importante sobre os riscos que você corre ao utilizar-lo e além disso no tempo que você pode estar gastando sem necessidade com as tarefas que um computador deve fazer para você.

Redução de custos de expansão

Se você é gestor de algum negócio – Seja ele físico ou on-line, já deve ter passado pela seguinte situação.

“Preciso expandir a capacidade da minha empresa, mas não tenho dinheiro para investir em máquinas que não são prioritárias à atividade-fim dela.”

Felizmente, esse é mais um fator que o uso da nuvem pode trazer soluções para o seu negócio.

Por que você deveria comprar mais máquinas e servidores, se pode simplesmente fazer uma migração de plano na empresa que você contratou para esta especial?

Além da economia financeira que esse tipo de estratégia pode fazer no seu negócio, não podemos esquecer de um outro benefício…

Custos de manutenção? Esqueça!

Como dizia o Julius de “Everybody odeia Chris”: “Se eu não comprar, o desconto é maior”.

Da mesma forma, adaptar podemos esse conceito para a computação em nuvem: “Se eu não tiver um servidor físico, o custo é menor” .

As manutenções e atualizações dos sistemas normalmente já estão inclusas no pacote e ficam a cargo da empresa de cloud server que você contratou – Ou seja, esses custos são boas opções do que você pode tirar da linha de despesas do balancete mensal ou anual da sua empresa …

Diminuição do uso de espaço físico

Assim como eu, você sabe – O m² de terrenos e edificações – sobretudo em grandes cidades – está cada vez mais caro e adquiri-los (ou alugá-los) traz custos cada vez mais consideráveis ​​na hora de fazer uma análise “na ponta do lápis ”.

Se você precisar ter um espaço dentro da sua empresa dedicado exclusivamente para abrigar os seus servidores e máquinas, você terá um custo e uma ociosidade de espaço importante.

Além disso, terá custos constantes com a manutenção, refrigeração e limpeza do espaço.

Sendo assim, talvez seja hora daquele “cômodo dos servidores” ser substituído por um servidor de nuvem e assim você ganhar um espaço dentro do seu próprio imóvel para utilizá-lo em outras coisas mais importantes no momento.

Liberdade Geográfica

Mais um dos fatores em que a computação em nuvem ganha de lavada dos modelos anteriores – Pelo fato de estarem longe de você, mas perdida com o uso da internet, você pode ter o acesso aos dados e informações de forma muito mais prática e tranquila .

Isso pode facilitar também o trabalho remoto (ou home office) que ganhou bastante espaço pelas necessidades trazidas na pandemia de Covid-19.

Muitas empresas acabaram tendo que reformular a forma de trabalho nesses tempos e muitas das funções só puderam ser exercidas em home-office devido ao uso de bons servidores em nuvem.

Traz flexibilidade na gestão dos recursos

A eficiente gestão dos recursos em qualquer empresa mostra-se cada vez mais como uma importante

Concluindo … O Cloud Computing traz um excelente ganho de eficiência para sua empresa.

É claro que todos os itens anteriores serão sintetizados em uma palavra muito buscada pelos gestores: eficiência .

A eficiência geral trazida pela utilização da computação em nuvem é muito grande pois permite que sua empresa utilize as estruturas otimizadas de outras empresas e a sua responsável por fazer apenas o trabalho ao qual se propõe.

Com servidores em nuvem você pode economizar em tempo, espaço e dinheiro – Ou seja, não há porquê de não contratar um serviço de computação em nuvem.

 

Cloud no brasil

A utilização de serviços de cloud no Brasil já é bastante satisfatória, mas ainda há algumas dúvidas importantes quanto aos serviços que você pode contratar de empresas brasileiras com data centers adquiridos no Brasil – isso trará muita segurança e maior conhecimento para você 🙂

Nós, da Qnax estamos prontos para oferecer a você diversos produtos que vão atender às expectativas do seu negócio a um preço justo e com o melhor suporte que você irá encontrar no mercado.

 

Serviços de cloud prestados pela Qnax

INCOMPARÁVEIS!

Os nossos planos de cloud VPS (Nuvem Privada), são para você e para a sua empresa os melhores recursos e o melhor desempenho, entregando a você a melhor relação custo-benefício na melhor infraestrutura do Brasil

 

Fornecemos uma virtualização de alta performance para plataformas Linux ou Windows Server . Temos um Data Center no Brasil, em São Paulo e com preço acessível.

 

Confira alguns de nossos produtos e preços:

CLOUD 1 – Por R $ 69,95 / mês você tem acesso a:

CPU Intel Xeon

1GB Memória Ram

50GB Espaço SSD

Painel de Controle

1 Gbps de Uplink

Tráfego ilimitado

IPv4 e IPv6 Dedicado

Ativação Imediata

CLOUD 2 – Com R $ 99,95 por mês você tem acesso a

2 vCPU Intel Xeon

2 GB Memória Ram

50 GB Espaço SSD

Painel de Controle

1 Gbps de Uplink

Tráfego Ilimitado

IPv4 e IPv6 Dedicado

CLOUD 3 – Com R $ 159,95 por mês você tem acesso a:

2 vCPU Intel Xeon

2 GB Memória Ram

50 GB Espaço SSD

Painel de Controle

1 Gbps de Uplink

Tráfego Ilimitado

IPv4 e IPv6 Dedicado

Ativação imediata

CLOUD 4 – Com R $ 269,95 por mês você tem acesso a:

4 vCPU Intel Xeon

8 GB Memória Ram

50 GB Espaço SSD

Painel de Controle

1 Gbps de Uplink

Tráfego Ilimitado

IPv4 e IPv6 Dedicado

Ativação imediata

Em todos os casos, o licenciamento do Windows Server Standard já está incluído no plano.

Estes planos não são indicados para plataformas de negociação 

Caso este seja um produto de interesse para você recomendamos o Cloud Trader, que você pode conhecer clicar AQUI [ https://qnax.com.br/cloud-trading ]

 

Planos Avançados

Se estes recursos ainda são pouco para você, você pode contratar ainda mais capacidade e completar a ativação em até 24h.

Estes são os nossos planos avançados

Gostou do conteúdo? Conte pra gente nos comentários e nas nossas redes sociais: qual é a sua maior dúvida quando você pensa em cloud e servidores dedicados? Quem sabe nosso próximo post não resolve a sua dúvida, hein?

 

Veja também :

Servidor Avançado do Free Fire: e algumas atualizações

GUIA COMPLETO : Como Escolher um Provedor e Como Acessar seu Servidor de Cloud

 

 

 

Area de Conexão Remota do Windows
Passo a Passo

Como acessar a Área de Trabalho Remota do Windows (Remote Desktop) – RDP

 

Acessar a área remota do Windows, é rápido e simples, exige apenas que tenha as seguintes informações:

Nome do Computador ou IP

Usuário e Senha

Estes dados são enviados pela QNAX, no e-mail que contem a confirmação de ativação do seu servidor:

Com o IP e/ou o nome do computador, é hora de acessar o desktop remoto:

  1. No Campo de Busca do Windows, digite Conexão de Área de Trabalho Remota e clique na ferramenta;

    – Esse terminal é nativo do Windows, ou seja, não é preciso instalar, ele por padrão já está em seu sistema em qualquer versão (Exemplo: Windows XP, Windows 7, Windows 10).

    Caso não encontre a opção – Clique no menu iniciar de seu computador, e digite: conexão, o sistema irá filtrar as opções, e aparecerá o ícone como na imagem abaixo:

  2. RDP, Conexão Remota do Windows
    RDP, Conexão Remota do Windows

     

  3. Ao clicar no ícone terá a seguinte tela: 
    Conexão a Area de Trabalho Remota do Windows / RDP
    Conexão a Área de Trabalho Remota do Windows / RDP

    Read More

Ferramentas

Por que investir em integração de sistemas?

Com a alta demanda de procedimentos em pequenas e médias empresas, conseguir encontrar uma forma de reduzir o tempo gasto nessas atividades pode ser um grande desafio, mas que um sistema integrado pode ajudar a resolver.

O melhor é que essa diminuição de tempo não compromete a qualidade e nem a eficiência do trabalho e, além disso, também é capaz de reduzir custos e minimizar erros.

Se deseja saber como alcançar tudo isso para o seu negócio, continue sua leitura. Esse artigo explicará o que é um sistema integrado, as razões que o torna indispensável para uma empresa e quais são as vantagens de sua aplicação.

Depois, certamente você vai querer usar a sala para palestra de sua empresa para compartilhar todas essas informações com seu time. Acompanhe!

O que é a integração de sistemas?

Um sistema integrado é o resultado de um processo que busca reunir diversas soluções, para que todos os dados contidos em cada um dos sistemas passem a fazer parte de um único sistema, maior e mais abrangente.

Esse sistema único permite o compartilhamento dos dados de forma mais ágil e fácil. Logo, uma empresa, seja ela pequena, média ou grande, possui vários departamentos:

  • Comercial;
  • Finanças;
  • Administrativo, 
  • Comunicação;
  • Marketing;
  • Recursos humanos;
  • Logística;
  • Estoque

Todas as funções desses setores precisam ser gerenciadas e, para que isso ocorra de forma eficaz, entra em ação a integração de sistemas, que traz todas as soluções em uma só.

Ou seja, tudo fica mais fácil, mais rápido e eficiente. É como se o sistema integrado fosse quadros de distribuição montados: você já tem tudo na mão, só precisa manusear.

Por que integrar os sistemas de sua empresa?

Agora que já sabe o que é a integração de sistemas e que ela abrange todos os departamentos de uma empresa, chegou a hora de entender a importância de aplicá-la em seu negócio.

Um sistema integrado é capaz de desenvolver em sua empresa, principalmente:

1. Maior segurança para os dados

As tecnologias advindas do sistema integrado reduzem os problemas relacionados à perda de informações importantes e relevantes para a empresa. 

Isso porque permitem o armazenamento de dados em nuvem, o que protege todas as informações em caso de roubos ou ataques cibernéticos, já que só pessoas autorizadas podem ter acesso a essas informações, através de chaves.

Ou seja, caso a sua empresa seja desse ramo, a segurança do trabalho está, sim, relacionada ao ltcat construção civil, por exemplo. 

Mas também à aos meios investidos para promover a segurança das informações dos funcionários e da própria empresa no geral.

2. Facilita a tomada de decisões

A partir do que foi dito anteriormente, é possível entender o sistema integrado como um grande banco de dados dos registros importantes da empresa, que são fundamentais para a atuação estratégica de líderes e gestores.

O acesso aos relatórios, indicadores e números relevantes de cada setor permite uma visão maior e geral da empresa, permitindo a tomada de decisões mais assertivas e abrangentes, que trarão melhores resultados para o negócio.

3. União entre os setores e aumento na produtividade

Os softwares de gestão, como o de integração de sistemas, são capazes de unificar os setores da empresa, o que representa uma boa vantagem na resolução de demandas e consultas de informações relevantes.

Com esse sistema, os processos são digitais e todas as áreas têm acesso às informações por meio de um só lugar. Procedimentos como planilhas ou outros tipos de registros são dispensados.

Contextualizando, o pessoal de vendas ou qualquer outro setor, por exemplo, vai saber os números da área de estoque e vai poder se programar quanto a isso.

Com a unificação dos setores e a automação de alguns procedimentos, a equipe passa a realizar as atividades propostas de forma mais rápida e ágil também.

Como consequência, ela pode passar a se dedicar a mais atividades ainda, porque o que não faltará é tempo. Isso gera maior produtividade para o time.

4. Diminuição de erros nos processos

A integração de sistemas possibilita a automação de muitos procedimentos, tornando-os mais simples.

Isso minimiza os erros ocasionados por atividades executadas de forma manual e, consequentemente, problemas maiores no futuro, como dados incorretos.

A título de exemplo, você, gestor de uma indústria, pode identificar a necessidade da automação pneumática industrial em suas máquinas e equipamentos, após obter acesso à análise geral da empresa, através da unificação de sistemas.

Dentro deste item, também cabe falar sobre a diminuição do tempo gasto nessas atividades. Ou seja, a automação, ligada à integração de sistemas, diminui não só os erros processuais, mas também o tempo gasto com tarefas repetitivas.

5. Redução da necessidade de envio de e-mails

O envio de e-mails é, sim, muito importante para a comunicação de pessoas dentro do ambiente de trabalho. Mas não se pode negar que certo tempo é consumido para que eles possam ser elaborados, encaminhados e lidos.

Já que o sistema integrado serve como um grande banco de dados, conforme falado anteriormente, não se faz mais necessário o envio de planilhas, documentos e relatórios via e-mail, pois todas essas informações estão concentradas em um só lugar.

Sendo assim, o e-mail passa a ser somente para uma comunicação mais direta, mesmo entre os funcionários. Inclusive, dependendo do assunto, você pode usar até uma sala de reunião pequena para comunicá-lo. Isso com certeza aliviará sua caixa de entrada.

6. Crescimento das margens de lucro 

É fato que todas as empresas visam o aumento de lucro. No entanto, às vezes, elas podem não se ater que pequenos hábitos podem trazer esse resultado de forma mais rápida.

A aplicação do sistema integrado é um desses hábitos que devem ser adotados no dia a dia empresarial para trazer, também, o aumento de lucros, já que ele é capaz de melhorar a produtividade.

Ademais, a unificação de sistemas aumenta a produtividade da equipe. A partir desse aumento, vem o crescimento do desempenho do time, que é fundamental para o aumento dos lucros. Uma coisa leva a outra.

Vantagens do sistema integrado na empresa

Além de todas as razões para se aplicar a integração de sistemas em sua empresa, ainda é de suma importância que você conheça os benefícios trazidos por esse sistema.

Essas três vantagens podem ser tão específicas inovadoras como um hotel para cachorro idoso:

Otimização da gestão

O sistema integrado consiste na atualização de informações, por parte de todos os departamentos de sua empresa, sobre os processos realizados. Assim, as movimentações e informações de cada um desses setores ficarão registradas. 

A partir disso, você terá um conhecimento geral de tudo o que acontece na empresa, de forma organizada e eficiente. 

Sendo assim, uma consequência direta do uso desse sistema, é a agilidade no fluxo de informação e, então, a redução de tempo em diversas ações rotineiras, como por exemplo, um funcionário acessar o sistema e saber de imediato quais produtos estão em estoque.

Diminuição de custos

Com a integração de sistemas, você remove do processo produtivo as atividades e operações que não trazem valor à entrega final do produto e, automaticamente, diminui os custos.

Isso porque essa integração organiza processos, dispõe a estrutura empresarial e agrupa melhor as informações adequadas. Tudo isso de forma digital.

Supervisão total

Os gestores podem acompanhar em tempo real todas as operações da empresa. Isso traz controle dos resultados e a identificação dos problemas de forma mais rápida.

Por exemplo, em uma empresa de motoboys, o gestor pode saber, ao acessar o sistema de integração, qual é a demanda por esses entregadores, se é necessário contratar mais, se eles estão executando as atividades propostas pelos clientes de forma satisfatória, etc.

Isso gera uma melhor tomada de decisões, como o artigo abordou em seu início, mas também uma maior eficácia das soluções, a partir do momento que você consegue  identificar exatamente qual é o problema.

Para isso, a criação de dashboards pode ser uma grande aliada, uma vez que esses painéis e gráficos vão ser cruciais para uma análise satisfatória e obtenção de maior controle sobre o negócio.

Considerações finais

Ao chegar aqui, você passou pela definição de sistema integrado, pela importância de usar esse sistema em sua empresa e quais são as vantagens trazidas por ele.

Sendo assim, conseguiu captar que, tão eficaz quanto um sistema de irrigação por gotejamento automatizado, só a aplicação da integração de sistemas em um negócio para melhor administrá-lo.

Isso porque ele engloba inúmeras questões, que vão desde o operacional, até os resultados finais, sendo todos esses processos super otimizados por ele.

A partir disso, não tem como negar a essencialidade desse tipo de sistema e muito menos que ele pode trazer muitos benefícios para sua empresa.

Tecnologia

Você sabe o que é ITIL?

Para quem nunca ouviu falar em ITIL, essa é a sigla para Information Technology Infrastructure Library ou em tradução “Biblioteca de Infraestrutura de Informação Tecnológica”.

Sendo ela, uma biblioteca composta das melhores práticas de gerenciamento de serviços em Tecnologia da Informação (TI).

Se tudo isso ainda está um pouco confuso para você, acompanhe o artigo de hoje e saiba o que é a ITIL, para que serve e como você pode usar esse recurso.

O que é a biblioteca ITIL?

A biblioteca ITIL foi desenvolvida nos anos de 1980, pela Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA).

Atualmente conhecida como Office of Government Commerce (OGC), uma agência que tem como objetivo melhorar o uso dos serviços de TI do governo e de empresas privadas.

Sendo assim, a ITIL contém diversos manuais, livros e informações sobre boas práticas para o uso de recursos digitais e informacionais em infraestrutura, operação e manutenção das tecnologias, com aplicação voltada para a área operacional e tática das empresas.

Assim, a ITIL fornece uma série de padrões que devem ser cumpridos, para garantir a excelência dos serviços de TI, seja para um simples conserto Iphone tela quebrada ou para aplicação de sistemas complexos de operação.

Em 2007, foi lançada a versão 3 da ITIL (V3), com a organização dos processos de gerenciamento, bem como conceitos sobre a integração da TI nos negócios, exemplos de portfólios dinâmicos e gestão das informações.

Isso mostra que a ITIL é uma biblioteca flexível, que acompanha as tendências do mercado e as constantes inovações na área de tecnologia.

Afinal de contas, até mesmo a instalação fechadura elétrica mudou dos anos de 1980 para cá. Por isso, a ITIL também precisa atualizar seus padrões.

Quais são os principais objetivos da ITIL?

A ITIL é composta por processos e funções que visam direcionar o trabalho na área de TI, de acordo com o setor de atuação.

Dessa forma, os técnicos, analistas e os profissionais de suporte podem desenvolver seus serviços com mais tranquilidade e eficiência.

Além disso, as boas práticas em TI são capazes de melhorar a qualidade dos processos, aumentar a produtividade e ao mesmo tempo, reduzir os custos, independentemente do porte da empresa.

Nesse sentido, o conserto de módulo de injeção eletrônica, por exemplo, quando orientado pelos padrões da ITIL, é um serviço feito com excelência e prevendo a redução de gastos desnecessários.

Por isso, é importante ter em mente que seguir as boas práticas da ITIL é um fator decisivo para os negócios, sendo um diferencial competitivo no mercado.

De acordo com a última versão da ITIL, as boas práticas estão agrupadas em cinco volumes. São eles:

  • Estratégia de Serviço;
  • Desenho de Serviço;
  • Transição do Serviço;
  • Operação de Serviço;
  • Melhoria Contínua do Serviço.

Cada uma das recomendações pode ser aplicada conforme o profissional de TI julgar necessário. A seguir, conheça mais sobre cada uma delas.

Estratégia de Serviço

A Estratégia de Serviço trata das orientações em serviços de TI, para que as empresas possam avaliar quais são os fatores que precisam de aperfeiçoamento.

Por exemplo, uma organização pode verificar que há a necessidade de adquirir um notebook semi novo para melhorar seus processos operacionais.

A partir disso, o gestor pode definir quais são as estratégias adotadas para que a empresa se desenvolva e os serviços de TI cresçam conforme o esperado.

De acordo com essa orientação, também é necessário ter atenção com outros protocolos, incluindo: gerenciamento financeiro de TI, gerenciamento de portfólio de serviços e gerenciamento de demandas.

Desse modo, é possível ter um escopo bem definido de atuação, evitando o desperdício de recursos ou atrasos na produção.

Desenho de Serviços

O Desenho de Serviços ocorre no momento posterior à elaboração de uma estratégia, pois é a hora de apresentar os protótipos que permitem a visualização daquilo que será desenvolvido no âmbito de TI.

Aqui, é possível apresentar placas informativas personalizadas, por exemplo, que oferecem um esboço daquilo que se pretende implementar.

No Desenho de Serviços, alguns processos de gerenciamento recomendados são: catálogo de serviços, nível do serviço, capacidade e disponibilidade, continuidade das ações de TI, Segurança da Informação e gestão de fornecedores.

Dessa maneira, a empresa consegue ter uma orientação melhor sobre como otimizar cada atividade envolvendo a tecnologia.

Embora pareça um pouco óbvio, vale destacar que o gestor deve priorizar as atividades que estão mais alinhadas com o perfil de cada departamento, uma vez que cada operação tem as suas necessidades.

Assim, evita-se a aplicação de recursos e modificações que não são úteis para um determinado tipo de trabalho.

Transição de Serviço

A Transição de Serviço orienta sobre a implementação da melhoria e como realizar as mudanças no ambiente de produção, ou seja, é o início das transformações na área de TI.

Para isso, a ITIL orienta alguns processos, sendo eles: o gerenciamento da Mudança, o gerenciamento de Configurações de Ativos de Serviço, e por fim, o gerenciamento do Conhecimento.

Operação de Serviço

Já em Operação de Serviço, a intenção é orientar quanto ao funcionamento das atividades de TI. Nesse sentido, a ITIL traz recomendações sobre a gerência com a melhor qualidade, envolvendo aspectos da infraestrutura e integração das novas tecnologias.

Afinal de contas, até mesmo nos serviços de entrega expressa moto, por exemplo, é necessário considerar o avanço dos aplicativos de delivery, que modificam a operação da atividade.

Assim, é preciso realizar uma análise dos processos de gerenciamento de evento, incidentes, requisição, acesso e eventuais problemas que podem ocorrer durante uma operação.

Importante destacar que cada um desses processos pode impactar diretamente todo o funcionamento da infraestrutura. 

Por esse motivo, é fundamental analisar a gestão de eventos, incluindo os não programados, como falhas de equipamentos e indisponibilidade de sistemas.

Desse modo, a equipe técnica pode reduzir e prevenir erros, evitando que eles prejudiquem o fluxo de trabalho nas empresas.

O mesmo pode ser dito do gerenciamento de requisições, que é um processo focado na mitigação de atrasos que podem interromper as operações do seu negócio.

Melhoria contínua dos Serviços

Por fim, a Melhoria contínua dos Serviços, como o próprio nome sugere, é focada na manutenção da satisfação dos clientes. Aqui, é o momento de analisar todas as iniciativas que deram certo e o que é necessário corrigir.

Uma dica é fazer encontros periódicos com o time de TI, em uma sala reunião pequena, para avaliar esses dados de desempenho.

Dessa maneira, é possível criar mecanismos de avaliação constante, com foco no aperfeiçoamento dos resultados e aplicação de novas melhorias.

Inclusive, a ITIL recomenda a elaboração de um relatório de serviço, que ajuda na reunião de dados verídicos acerca do desempenho dos trabalhos realizados.

Quais as principais vantagens de usar a ITIL no seu negócio?

Como vimos, a ITIL orienta sobre os diferentes processos na área de TI, sendo uma forma de implementar melhorias no seu negócio e colaborar com o crescimento da empresa.

Sendo assim, a ITIL tornou-se fundamental em vários empreendimentos, tanto que vários gestores, antes mesmo de investir na locação de espaço comercial, buscam conhecer com profundidade as recomendações da biblioteca.

Além disso, a ITIL traz muitas outras vantagens para as empresas, entre as quais:

É aceita em muitos lugares

A ITIL é vista como um dos principais manuais de boas práticas do mercado. Por esse motivo, suas recomendações são aceitas em vários lugares, independentemente da região, porte ou tamanho do negócio.

Sendo assim, vários profissionais de TI recomendam a biblioteca como uma maneira de otimizar e aperfeiçoar os serviços.

Contribui com a satisfação dos consumidores

Como a tecnologia faz parte do cotidiano, quanto mais as empresas investem em melhorias no departamento de TI, melhor é a satisfação dos consumidores.

Afinal de contas, é possível facilitar inúmeros processos, além de prestar serviços de alto nível de excelência.

Torna os serviços mais seguros

Uma das prioridades da ITIL é justamente garantir a segurança nos serviços prestados, principalmente, nos ambientes digitais.

Além do mais, as boas práticas são capazes de evitar paradas e erros de funcionamento, que podem prejudicar a credibilidade e a segurança da sua empresa.

Por isso, seguir os protocolos da ITIL é uma maneira de garantir a confiabilidade dos processos e a realização de serviços com maior proteção, o que é ótimo para a empresa e clientes.

Conclusão

A ITIL é capaz de revolucionar as práticas de TI. Por esse motivo, a biblioteca é reconhecida mundialmente, sendo considerada um dos melhores manuais de boas práticas em tecnologia.

O artigo de hoje buscou mostrar algumas das características e recomendações da ITIL. 

Assim, você pode adequar essas práticas às necessidades da sua empresa, tendo um negócio muito mais competitivo, rentável e seguro.

Tecnologia

Qual a diferença entre UX e CX?

UX e CX são duas abreviaturas que se referem à jornada de compra do consumidor, e em algum momento do funil de vendas, eles vão se encontrar.

Hoje em dia, com o advento da internet e as mudanças no comportamento do consumidor, as empresas estão vivendo a era do cliente.

O foco não é mais o produto ou serviço, mas sim, as necessidades do cliente, seus gostos, problemas, hábitos e tudo o que diz respeito a ele. E isso aconteceu porque as pessoas têm chances de comprar o que quiserem com quem quiserem.

Em outras palavras, existem milhares de marcas para um único produto e aquela que garantir a melhor experiência ao cliente, fecha a venda.

Isso, sem dúvidas, aumenta a concorrência, no entanto, existem estratégias para driblar essa situação e fazer o seu negócio se destacar. Sendo elas relacionadas ao UX e CX.

Portanto, quem não sabe o que são e para quê servem essas duas siglas, está perdendo a oportunidade de conquistar bons negócios.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar a diferença entre essas duas siglas, qual sua utilidade e como elas se complementam.

Diferenças entre UX e CX

Antes de mostrar quais são as diferenças entre um e outro, vamos explicar do que se trata cada um deles. 

CX é uma sigla para Customer Experience e diz respeito a todas as impressões que um cliente tem de uma marca.

Essa impressão começa a partir do primeiro contato do consumidor com a empresa e durante as etapas de sua jornada de compra. 

Isso acontece por meio de alguns canais de comunicação, como:

  • Redes Sociais;
  • Blogs;
  • Aplicativos;
  • Site;
  • E-mail.

Resumindo, trata-se da imagem que uma organização, como no caso de uma empresa de segurança bancária, passa para seus clientes.

São impactos que atingem o consumidor quando ele conhece a marca, navega em seu site, preenche um formulário e faz uma compra, ou seja, durante todo o processo de compra, inclusive, no pós-venda.

Daí a importância de garantir que ele tenha uma experiência positiva em todos os sentidos, investindo em estratégias voltadas para esse objetivo.

Com relação ao UX, User Experience, diz respeito de maneira pontual à maneira como o cliente interage com um produto ou serviço. 

Portanto, a empresa deve lançar mão de estratégias que tornem os produtos e serviços mais atrativos, eficientes, intuitivos e desejáveis.

Por exemplo, quando o cliente navega pelo aplicativo de uma fabricante de relógio de ponto digital para pequenas empresas, quer encontrar as informações que precisa rapidamente, sem dificuldades e resolver todos os seus problemas.

Portanto, o UX está relacionado às necessidades do cliente em pontos de contato específicos. Ele precisa ser positivo, pois problemas relacionados a ele podem impactar a marca de um modo geral.

A partir desses conceitos, podemos começar a entender as diferenças entre UX e CX. O User Experience atua dentro do Customer Experience, isso porque o CX é mais abrangente e interfere em outros aspectos que vão além do produto ou serviço.

É ele quem atua na fidelização dos clientes, no entanto, esse objetivo só se concretiza se a experiência do cliente com o produto for positiva.

Um consumidor que tem uma boa experiência com a empresa em toda a sua jornada de compra e em diferentes pontos de contato desenvolve outros comportamentos, o que melhora os resultados para a marca.

É importante manter um diálogo coerente e sem atritos em todas as etapas, para unificar a percepção do consumidor em relação à marca.

Lembre-se de que uma prestadora de serviço de motoboy terceirizado sabe do que se trata UX e CX, mas seus clientes não. Para eles, qualquer experiência, boa ou ruim, é apenas uma experiência e ele vai avaliar a empresa sob este ponto de vista.

Para as corporações, é essencial ter atenção a esses dois conceitos, para que haja consistência em suas estratégias de customer e user experience.

Utilidades do UX e CX

Vamos começar pelas utilidades do UX, que tem como foco diversos objetivos. Por exemplo, é por meio dele que uma marca consegue aumentar suas conversões em vendas, pois garante que o consumidor tenha uma boa experiência antes da decisão de compra.

Ele também consegue fidelizar o cliente, pois garantiu que ele se sentisse satisfeito em todas as etapas de contato com a marca. Isso faz com que ele compre de novo e indique a empresa para outras pessoas.

Garante maior economia de recursos, por meio de coleta de informações que melhoram o planejamento e evitam retrabalho

Também serve para aumentar o valor percebido pelo produto ou serviço, pois experiências positivas agregam ao que é vendido, ou seja, vai muito além do preço pago, pois envolve emoções e sentimentos.

Com relação ao Customer Experience, nós falamos no início do texto que hoje os consumidores podem comprar produtos e serviços das mais variadas marcas. Inclusive, as funcionalidades e o preço são muito semelhantes.

Portanto, garantir a eles uma boa experiência entra como um diferencial para qualquer empresa, como uma transportadora cargas pequenas.

As estratégias em CX são úteis para garantir uma boa experiência do cliente com o seu negócio em todos os seus momentos de interação.

Portanto, desde aquele momento em que o consumidor pesquisou alguma coisa no Google e achou a sua marca, até o suporte que ele recebeu do atendimento ao cliente.

É o CX que vai reforçar a preferência do cliente pela sua marca, não apenas na primeira compra, mas toda vez que ele precisar do produto ou serviço que você vende.

Lembre-se de que a fidelização é importante, uma vez que os custos de aquisição de novos clientes são muito maiores do que os investimentos para mantê-los. Sem falar que são as compras recorrentes que garantem uma receita previsível.

Por fim, o CX cria verdadeiros defensores da sua marca, que são clientes sempre felizes e satisfeitos, que indicam suas soluções para amigos, familiares e conhecidos.

Como se relacionam?

Saber de que maneira essas duas vertentes se relacionam e qual a importância da união dos dois conceitos para o seu negócio, é imprescindível para garantir uma experiência 100% satisfatória para seus clientes.

Uma imobiliária voltada para o aluguel de espaço comercial sabe que mesmo que ela ofereça os melhores imóveis, precisa ter um diferencial que a transforme em um destaque em meio à concorrência.

Na era tecnológica a qual estamos inseridos hoje, é possível usar vários recursos que levem o cliente a preferir a sua empresa em detrimento de outra.

Lembrando que como falamos a qualidade e preço justo não são mais diferenciais relevantes para o cliente. Pois, mesmo que você garanta a eles o melhor nesses dois quesitos, eles já não são mais relevantes.

É importante investir em estratégias valiosas para chamar a atenção dos clientes, como usar um grande painel de publicidade. Mas, de nada adianta oferecer o melhor produto ou serviço, preço baixo e qualidade se, por exemplo, o seu site não funciona.

Se ele for lento, muito complexo ou de baixa usabilidade, os consumidores vão se sentir frustrados, visto que não tiveram uma experiência positiva em um de seus canais.

Em outras palavras, unir o CX e UX é garantir a qualidade dos seus produtos e serviços, bom atendimento ao cliente, pré e pós-venda bem trabalhados e pontos de contato otimizados.

Para uma gráfica que imprime folder de viagem, por exemplo, absolutamente tudo o que diz respeito a ela é construído para proporcionar a melhor experiência aos seus clientes.

É dessa forma que esses dois conceitos se relacionam, sempre em busca da excelência durante toda a jornada de compra de seus clientes.

Não importa onde eles estejam, qual canal usam para ter contato com sua marca, que produtos compram ou quais problemas têm, tudo é feito de maneira funcional e otimizada, para que a experiência deles seja a melhor e mais completa.

Conclusão

A internet abriu as portas para que as empresas pudessem crescer e se relacionar com os consumidores, aumentando suas oportunidades. No entanto, isso aumentou a concorrência e o nível de exigência das pessoas.

Elas sabem que podem sempre conseguir o melhor produto, pelo melhor preço e com empresas que valorizem plenamente a sua satisfação.

Por isso, tanto na hora de comprar ferramenta de estampo quanto qualquer outro produto ou serviço, o foco dos consumidores é encontrar a melhor experiência para eles.

O primeiro passo para garantir isso é entender o que é UX e CX e aplicá-los ao seu negócio. 

E com as informações que demos aqui, sua empresa estará pronta para investir nos melhores recursos e garantir uma boa experiência aos seus clientes.   

Tecnologia

O que é o OpenGL?

A maioria dos jovens e mesmo dos adultos de hoje conhece bastante o universo dos games e do cinema. Mas poucas são as pessoas que sabem o que é a OpenGL, e quais são as aplicações dela para além do mundo do entretenimento.

Sigla para Open Graphics Library, algo como “Biblioteca de Gráficos Abertos”, na prática, se trata de uma espécie de interface para hardwares gráficos. Ou seja, algo diretamente ligado ao desempenho e qualidade gráfica de vários programas.

Antes, ao instalar programas que exigiam desempenho gráfico, era muito comum ouvir falar em opções como Direct3D, que é outro exemplo de API (Application Programming Interface) a Interface de Programação de Aplicativo, outro modo de referir-se à OpenGL.

Os termos podem parecer técnicos demais, mas são simples de entender após alguma prática de leitura e aplicação. Além disso, profissionais da área, como de uma assistência técnica Grundfos, que lidam com instalação de sistemas, podem dominar o assunto.

O que realmente chama atenção é o fato de que a OpenGL atinge altos desempenhos quando comparados com soluções anteriores. Embora produzido em C e C++, ela também tem alcance maior, reforçando sua proposta de universalidade de aplicação.

Tanto é assim que a Direct3D tem uma aplicação exclusivamente voltada para a plataforma Windows (Microsoft), ao passo que a OpenGL funciona em qualquer sistema operacional, ampliando bastante sua gama de aplicações.

Assim, além de ser aplicada na produção de ferramentas de jogos e filmes, ela ainda serve para programas voltados para o processamento de superfícies tipicamente matemáticas, e mesmo para ferramentas de aplicação de modelagem 3D.

Hoje, por exemplo, um software voltado para projetos arquitetônicos pode fazer uso da OpenGL, seja para fazer a projeção de uma torre empresarial, ou seja, o simples efeito de uma automação residencial iluminação no conjunto de um espaço escuro.

Por isso, decidimos escrever este artigo, trazendo os principais conceitos acerca dessa biblioteca de gráficos e várias informações sobre sua melhor aplicação na prática. Se você quer entender melhor como esse universo funciona, basta seguir adiante.

Sobre o OpenGL e o ray tracing

Também é possível traduzir OpenGL como uma “biblioteca de rotinas gráficas”, voltada para modelagem bidimensional (2D) e também tridimensional (3D). Aliás, com a OpenGL é possível atingir gráficos tridimensionais com qualidade bastante elevada.

Um modo de comparação é a famosa tecnologia de ray tracing, que lida com renderização de gráficos 3D com placas aceleradoras de última geração.

Softwares de construção civil, que podem fazer desde cálculos para construção de várias torres até uma demolição industrial, costumam utilizar essa tecnologia. Lembrando que eles lidam com vetores pesados e cenários bastante exigentes.

Daí que seja tão significativo dizer que o OpenGL tenha uma qualidade visual produtiva que chega bem perto do ray tracing. Hoje, ambos são aplicados a jogos/cinema, justamente com o desafio de trazer um realismo muito maior às projeções gráficas.

Tal como um cenário que precise ser reproduzido, com interatividade e liberdade de acesso pelo usuário, levando em conta detalhes como luzes e sombras. Em um game isso pode remeter a um cenário, em caso de construção civil a outros.

Por exemplo, o programa pode ser utilizado para especular o resultado final de uma restauração de fachada predial. Uma vez atingido o estágio ideal, só então o cliente aprova o projeto e entra com os recursos de execução.

Portanto, esse tipo de tecnologia ajuda e muito em termos de otimização de processos e contenção de gastos, diminuindo consideravelmente os orçamentos comuns nesse setor, que já são conhecidos por serem mais altos do que a média.

Aprofundando o software OpenGL

Além da concepção de biblioteca gráfica, a OpenGL nada mais é do que um software, que auxilia na criação de peças visuais 2D e 3D, tal como referido acima.

Por isso, além de explicar para que ele serve, ainda vamos apresentar quais são as bases de comparação dele com o mercado gráfico em geral e quais profissionais o utilizam. Mas antes, é preciso aprofundar um pouco no aspecto técnico.

Aí é que entram os algoritmos deste software, que revolucionaram o segmento. Por comparação, podemos falar sobre os algoritmos dos grandes buscadores da internet, que passaram por uma revolução enorme nas últimas décadas.

Atualmente, se uma pessoa pesquisa algo como ambiente de estudo adequado, os parâmetros podem considerar o endereço onde ela está localizada e, automaticamente, sugerir lojas onde comprar mesas, cadeiras e acessórios típicos de estudo.

Trata-se do machine learning, que é o “aprendizado da máquina”. Quem operou uma transformação assim na área de computação gráfica e animação foi a OpenGL, que traz algoritmos muito mais otimizados do que quaisquer outros.

Daí dizermos que ele não é exatamente uma linguagem de computação ou de programação, mas um API, como referido acima. Nesse sentido, a OpenGL não se limita a apenas uma marca, como a dos seus desenvolvedores (a Silicon Graphics Inc.).

Na verdade, há muitos programas baseados nele, que utilizam a biblioteca OpenGL como base para suas próprias otimizações, renderizações e produções gráficas. Tais programas aplicam sua linguagem e tentam ampliar suas funcionalidades.

Quais suas aplicações mais comuns?

Até aqui já deu para compreender boa parte das aplicações possíveis para o OpenGL , bem como os principais profissionais que o aplicam, entre engenheiros, técnicos e aplicadores da parte de design, artes visuais e afins.

De qualquer modo, é possível listar uma quantidade bastante assertiva de aplicações e funcionalidades, que passam mais ou menos pelos seguintes recursos:

  • Edição de iluminação;
  • Mapeamento de textura;
  • Efeitos de transparência;
  • Edição de colorização;
  • Animação de protótipos;
  • Aplicação em tempo real;
  • Criação imagética do zero;
  • Entre outros tantos efeitos.

Se um designer ou arquiteto precisa idealizar um banco para jardim de plástico, ele pode fazer aplicação da linguagem OpenGL no famoso CAD (Computer-Aided Design, ou Projeto Assistido por Computador), aplicando-o como biblioteca.

Neste caso, a comunicação entre os softwares ou plataformas se dá mais ou menos como se fosse o caso da aplicação de um plugin.

Ao desenvolver um site em uma plataforma, por exemplo, é possível usar extensões criadas por outros programas, ou mesmo por outras linguagens. O que permite esse intercâmbio do OpenGL é a funcionalidade de API, já descrita acima.

Ou seja, é o padrão API que permite o desenvolvimento e a aplicação gráfica, como no caso de recursos tridimensionais em tempo real.

Por dentro das suas funcionalidades

Geralmente, as ferramentas mais universalmente conhecidas na área de informática acabam se tornando tão famosas, e tão requisitadas, por serem boas não apenas em fazer o mais complexo, mas também o mais simples e indispensável.

É o caso da linguagem ou mesmo do software OpenGL. De fato, ele também é conhecido pelo desenvolvimento das famosas “primitivas gráficas”, que são os elementos gráficos mais simples que podem ser criados em uma base.

Eles são simples no sentido de fundamento e não de “simplismo”. Trata-se, por exemplo, dos seguintes elementos:

  • Polígonos;
  • Linhas;
  • Arcos de elipse;
  • Pontos;
  • Polilinhas;
  • Entre outros.

Afinal, imagine o mais complexo e mais bem elaborado banner impressão, encomendado por uma das maiores marcas do mundo. Nem por isso o banner deixaria de contar com elementos básicos em sua composição, certamente.

Por isso, é importante que um software, por mais abrangente e referencial que seja, também permita ao usuário lançar mão de aplicações básicas, como as primitivas gráficas.

A incrível funcionalidade “portável”

Já falamos sobre os algoritmos dos grandes motores de busca, e demos o exemplo do machine learning. Explicando melhor, o que o aprendizado da máquina faz é elevar a Inteligência Artificial a níveis maiores de interatividade.

Ora, o OpenGL faz isso de uma maneira bastante peculiar: por meio de mecanismos portáveis, que permitem que o usuário não precise desenhar uma cena tal como ela deverá aparecer quando acabada, mas apenas determine as coordenadas mais gerais.

Ou seja, a “inteligência” do software trabalha com diretrizes e variáveis que são em número suficiente para atuar como um aprendizado da máquina. O necessário para isso gira em torno de 250 funções e comandos gerais, sendo que 50 deles são do tipo GLU.

Sigla para OpenGL Utility Library, o que essa extensão faz é dar um suporte para o desenvolvimento do que se chama “rotina de desenho”, chegando a operacionalizar desenhos de alto nível, se necessário.

Essas funções programadas via OpenGL portável lidam com modelagens que trabalham como pipelines, que são funis otimizados via buffer, ou seja, por meio de memórias e inteligência programada. Daí a aparente “criatividade” do programa.

Considerações finais

Como é sabido, o mundo dos games, do cinema e das modelagens em 3D é bastante grande e cheio de tendências e novidades que chegam a todo o momento.

Por isso mesmo, é importante estar sempre em dia com as tecnologias da área. Mais recentemente, até mesmo um software de engenharia pode usar a biblioteca OpenGL, para projetar um prédio inteiro ou a simples instalação de um andaime para construção.

Então, com a disseminação desse tipo de solução, é preciso que as empresas nacionais também coloquem essa linguagem em seu radar. Com os conceitos, informações e até dicas que trouxemos aqui, vai ficar muito mais fácil.